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Trade Republic só adere à APB se vir benefício para os seus clientes
O diretor regional da Trade Republic explica que a instituição não aderiu à associação de bancos espanhola pois não vê benefícios para os clientes e que o mesmo critério se aplicará em Portugal.
16 Jul 2026 - 09:28
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Diretor regional para Portugal Espanha e Grécia da Trade Republic Pablo López | Foto Trade Republic
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Diretor regional para Portugal Espanha e Grécia da Trade Republic Pablo López | Foto Trade Republic
A Trade Republic – que lançou nesta quinta-feira a sua sucursal em Portugal – não pretende fazer parte da Associação Portuguesa de Bancos (APB) se esta adesão não trouxer benefícios para os clientes da instituição. O diretor regional do neobanco para Portugal, Espanha e Grécia, Pablo López, explicou ao Jornal PT50 que se deparou com a mesma questão em Espanha e esta tem sido a sua abordagem.
“Na minha opinião, não vi, pelo menos em Espanha, uma razão específica que, de alguma forma, tornaria isto uma prioridade para nós”, esclarece López, acrescentando que todas as decisões que tomam têm um custo e necessitam de tempo investido.
O líder regional do banco sublinha que, a cada decisão tomada, a empresa tenta perceber se existe uma melhoria para os clientes, seja ao nível das comissões, juros ou produtos em geral. “Neste caso, em Espanha, não vi o argumento comercial nem a lógica por trás da adesão à Associação Bancária Espanhola e os benefícios para os clientes. Esse é o único fator que está a orientar a nossa tomada de decisão”, garante.
“Quanto a Portugal, vou ser totalmente honesto: não conheço a associação bancária em pormenor. Não falei com eles, nem eles nos contactaram. Não sei de que forma fazer parte dessa associação irá melhorar a nossa oferta para os nossos clientes”, admite Pablo López. Contudo, garante que, se verificar que isso melhora os benefícios, a experiência do cliente e as funcionalidades para os clientes, vai aderir “com toda a certeza”.
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