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UniCredit reporta lucro trimestral recorde de 3,22 mil milhões e não se rende na luta pelo Commerzbank

O CEO do UniCredit reiterou a vontade de reforçar a posição no Commerzbank. O banco deve publicar ainda nesta terça-feira uma oferta detalhada.

05 Mai 2026 - 12:04

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Foto: UniCredit

Foto: UniCredit

O UniCredit apresentou nesta terça-feira um lucro trimestral recorde de 3,22 mil milhões de euros, um aumento de 16,1% face ao primeiro trimestre de 2025. O banco conta agora atingir um lucro total de 11 mil milhões em 2026.

O CEO, Andrea Orcel, reiterou na apresentação a vontade de incrementar a posição do UniCredit no rival alemão Commerzbank, sobre o qual lançou uma oferta de 35 mil milhões no passado dia 16 de março. A instituição italiana adiantou então que não pretendia controlar o concorrente, uma narrativa que mantém, ambicionando apenas superar a fasquia dos 30%, algo que, de qualquer forma, iria obrigar a empresa a lançar uma oferta na mesma.

Este avanço não tem sido bem recebido do lado alemão. O Commerzbank considera que é uma oferta hostil e que o UniCredit não compreende o seu modelo de negócio, apesar de ser o seu maior acionista. Também o Governo germânico, segundo maior acionista, se opõe a esta operação.

No que diz respeito aos resultados propriamente ditos, o UniCredit reportou uma receita total de 6,87 mil milhões, uma subida de 4,9% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. A margem financeira contraiu em 2% para 3,59 mil milhões, sendo compensada pelas restantes fontes de rendimento. As comissões e o resultado com seguros aumentaram 7,8% para 2,51 mil milhões e o ‘trading’ subiu 2,3% para 476 milhões. Os resultados de dividendos ascenderam a 408 milhões, mais do que triplicando.

Os custos operacionais do UniCredit totalizaram 2,3 mil milhões, caindo 1,1% em termos homólogos. O rácio de eficiência do banco fixou-se em 33,4%, menos 2 pontos percentuais (pp) do que um ano antes.

Em termos de rentabilidade, o UniCredit atingiu um RoTE de 25,8%, mais 2,7 pp do que no mesmo período de 2025, e o rácio CET1 apresentou uma quebra de 1,9 pp, baixando para 14,2%.

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