2 min leitura
Ações do BCP superam 1 euro pela primeira vez desde 2015
Ações do BCP fixavam-se em 1,02 euros pelas 15h30 desta quarta-feira. Capitalização bolsista do banco já supera os 15 mil milhões.
17 Jun 2026 - 16:27
2 min leitura
Foto IDC
Mais recentes
- Presidente da EBA aponta publicação da nova diretiva de pagamentos para dezembro ou janeiro
- Panetta: “A IA pode ser um instrumento poderoso para avançar na missão do Banco Mundial”
- Bancos financiaram com 531 mil milhões setores de elevado risco para as florestas
- Nomeação de Lagarde como líder do Fórum Económico Mundial pode acontecer já em novembro
- Supervisores das bolsas europeias aplicaram coimas de 82 milhões de euros em 2025
- Mais Sindicato ativa fundo para compensar sócios que adiram à greve de 30 de novembro
Foto IDC
O Millennium BCP superou, nesta quarta-feira, a marca de 1 euro por ação. O banco não negociava acima deste valor desde julho de 2015, prosseguindo com a inversão da desvalorização das ações do BCP que se tem vindo a verificar desde 2020. A instituição liderada por Miguel Maya larga, assim, o estatuto de ‘penny stock’.
No seu ponto mais baixo, em outubro de 2020, os títulos do banco chegaram a valer pouco menos de 7 cêntimos, resultando numa capitalização bolsista que rondava os mil milhões. Algo que contrasta com os mais de 15 mil milhões observados nesta quarta-feira, quando as ações estavam a 1,02 euros, pelas 15h30.
Desde o início do ano, o BCP conseguiu uma valorização superior a 13%, mantendo a trajetória ascendente registada nos últimos anos, de 92,8%, 69,4% e 87,4%, em 2025, 2024 e 2023, respetivamente.
Esta tendência positiva, contudo, não parece ser o suficiente para manter a principal investidora, a chinesa Fosun, na estrutura acionista do banco. A empresa – que detém mais de 20% do capital – parece estar de saída, segundo avançou o jornal Expresso em abril, o que faz surgir todo um leque de pretendentes.
No início de junho, o periódico espanhol CincoDías reportou que a banca do país vizinho está atenta ao que se passa no BCP e que o maior banco privado português pode ser um investimento atrativo especialmente para o BBVA e o CaixaBank. Recorde-se, no entanto, que a expansão da banca espanhola no território nacional não agrada ao Governo, como este já deixou claro no passado.
Mais recentes
- Presidente da EBA aponta publicação da nova diretiva de pagamentos para dezembro ou janeiro
- Panetta: “A IA pode ser um instrumento poderoso para avançar na missão do Banco Mundial”
- Bancos financiaram com 531 mil milhões setores de elevado risco para as florestas
- Nomeação de Lagarde como líder do Fórum Económico Mundial pode acontecer já em novembro
- Supervisores das bolsas europeias aplicaram coimas de 82 milhões de euros em 2025
- Mais Sindicato ativa fundo para compensar sócios que adiram à greve de 30 de novembro