2 min leitura
Ana Botín: «O melhor que aconteceu ao setor bancário europeu foi o Mecanismo Único de Supervisão»
Presidente do Grupo Santander critica o atual excesso de regulamentação e diz que a União Europeia precisa de dar «passos maiores na competitividade bancária»
03 Nov 2026 - 10:06
2 min leitura
Ana Botín Presidente do Grupo SantanderFoto Santander
Mais recentes
- NovoBanco lucra 585,6 milhões até setembro, com rentabilidade de 17,7%
- Grupo BPCE negoceia compra da GamaLife para reforçar negócio de seguros em Portugal
- Ana Botín: «Sem um crescimento económico mais elevado, as pensões estão em risco»
- BCE utiliza IA para acompanhar diariamente os preços dos alimentos nos supermercados
- Klarna atinge um milhão de consumidores em Portugal
- GAFI vai publicar a sua reavaliação sobre ativos virtuais em julho de 2027
Ana Botín Presidente do Grupo SantanderFoto Santander
A presidente do Grupo Santander defendeu que a União Europeia (UE) precisa de «dar passos maiores em matéria de competitividade bancária. A vontade política existe, temos de ter bancos mais competitivos, e bancos mais competitivos são bancos mais fortes», afirmou Ana Botín na sua intervenção inicial, nesta terça-feira, durante a conferência internacional do Santander.
A líder do Santander referiu que «o continente que mais precisa de atenção neste momento é a Europa».
Numa conversa com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, subordinada ao tema «Impulsionando o Crescimento, Construindo Resiliência», Ana Botín afirmou que o melhor que poderia ter acontecido ao sistema bancário europeu foi a criação, em 2014, do Mecanismo Único de Supervisão (MUS). «Fizeram um trabalho extraordinário. Hoje temos bancos mais fortes na Europa. Mas aquilo que foi bom há alguns anos já não é necessariamente bom hoje».
Para a líder do Santander, é necessária maior flexibilidade ao nível da supervisão. «Precisamos de utilizar mais capital dos bancos, e isso pode acontecer já amanhã. Precisamos de investir mais e mais depressa para fazer face a problemas sociais, como a questão da habitação».
«Isto aplica-se não só ao setor bancário, mas também a outros setores da economia europeia que precisam de ganhar competitividade», acrescentou.
A diretora-geral do FMI afirmou que a Europa é um «continente envelhecido» e que precisa de um pouco do espírito «Yes, we can» («Sim, somos capazes»), numa referência ao slogan que ajudou Barack Obama a conquistar a presidência dos Estados Unidos em 2008.
Mais recentes
- NovoBanco lucra 585,6 milhões até setembro, com rentabilidade de 17,7%
- Grupo BPCE negoceia compra da GamaLife para reforçar negócio de seguros em Portugal
- Ana Botín: «Sem um crescimento económico mais elevado, as pensões estão em risco»
- BCE utiliza IA para acompanhar diariamente os preços dos alimentos nos supermercados
- Klarna atinge um milhão de consumidores em Portugal
- GAFI vai publicar a sua reavaliação sobre ativos virtuais em julho de 2027