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ASFAC partilha visão do BdP sobre “papel central” da colaboração entre este e as entidades supervisionadas

A ASFAC realça a redução de reclamações sobre as instituições e a existência limitada de queixas com indícios de irregularidades.

15 Mai 2026 - 12:58

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Duarte Gomes Pereira, secretário-geral da ASFAC

Duarte Gomes Pereira, secretário-geral da ASFAC

A Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC) indica que partilha da visão do Banco de Portugal (BdP), plasmada nas conclusões do Relatório de Supervisão Comportamental, sobre o “papel central” da colaboração entre o banco central e as entidades supervisionadas.

A associação, citando esse mesmo relatório, considera que esta sinergia contribui para uma “internalização mais efetiva das regras e para a adoção de práticas mais consistentes e alinhadas com a proteção dos clientes”. A ASFAC aproveita para realçar que o número de reclamações apresentadas “representa uma fração reduzida do universo de operações realizadas e apenas uma parte limitada dessas situações evidencia indícios de irregularidades”.

O diretor-geral da ASFAC, Duarte Gomes Pereira, vê com “satisfação” os “resultados de melhoria gradual e constante” do trabalho dos associados. “Os associados da ASFAC comprometem-se diariamente com a melhoria do serviço prestado aos seus clientes, respondendo às necessidades dos mesmos, promovendo uma relação cada vez mais próxima, transparente e satisfatória com a população”, acredita.

Neste sentido, a associação liderada por Duarte Gomes Pereira aponta para uma das conclusões do relatório do BdP, que indica que “os mercados bancários de retalho em Portugal apresentam, em termos gerais, um nível elevado de maturidade, organização e capacidade para responder às necessidades dos clientes”.

A ASFAC considera ainda que a redução em 2,3% das reclamações do sistema financeiro nacional traduz “o trabalho desenvolvido pelas instituições financeiras” e reforça que estas queixas são uma “fração reduzida” do total das operações.

O outro dado sublinhado pela associação do setor prende-se com os créditos vencidos. O rácio de créditos vencidos na área do consumo era de 2,5% em março, o que significa, de acordo com a ASFAC, que “este indicador continua em níveis historicamente baixos, os mais reduzidos dos últimos 25 anos”. Ainda assim, o rácio subiu 0,1 e 0,2 pontos percentuais face a fevereiro e janeiro, respetivamente.

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