Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

Aumento do crédito à habitação em maio atinge máximos de 2003

Empréstimos para habitação aumentaram 10,8% em maio. 'Stock' total de crédito para este fim ascende a 115,7 mil milhões.

29 Jun 2026 - 11:39

2 min leitura

#image_title

#image_title

Os portugueses continuam numa corrida ao crédito à habitação, com o montante para este fim a crescer 10,8% face ao mesmo período de 2025, para um total de 115,7 mil milhões de euros. Esta foi a maior subida desde fevereiro de 2003. Em termos absolutos, foram mais 1,15 mil milhões ao longo de maio.

Desde janeiro de 2024, a taxa de variação anual do crédito à habitação tem vindo a crescer constantemente – à exceção de fevereiro deste ano, que apresentou uma taxa igual à do mês anterior, segundo os dados revelados nesta segunda-feira pelo Banco de Portugal. Na Zona Euro, os empréstimos para habitação subiram 3%.

Já os créditos ao consumo e para outros fins cresceram 209 milhões para 35,1 mil milhões. A taxa de variação anual fixou-se em 9,2%, ligeiramente abaixo dos 9,3% de abril, mas ainda destacadamente acima dos 5,4% da Zona Euro. Na vertente do consumo, os créditos desaceleraram, aumentando 9,2%, enquanto nos outros fins se registou uma subida da taxa de variação, para 9,3%.

No total, o crédito concedido a particulares, em maio, avançou 10,5% para 150,8 mil milhões.

No crédito às empresas, o ‘stock’ total de empréstimos concedidos atingiu 76,2 mil milhões, mais 145 milhões do que em abril. Isto equivale a um crescimento homólogo de 5,5%, abaixo dos 6,2% do mês anterior. Na Zona Euro, os créditos às empresas aumentaram 3,8%.

Por dimensão, as grandes empresas foram as únicas a reportar uma diminuição de crédito, de 0,5%. Já as microempresas, as pequenas e as médias empresas observaram subidas de 12,3%, 7,2% e 0,4%, respetivamente.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade