2 min leitura
Autoridades britânicas detetam e encerram negócios ilegais com criptoativos
A ação de fiscalização foi direcionada a três locais com negócios de compra e venda de criptoativos entre pares não registados junto da FCA.
18 Set 2026 - 14:18
2 min leitura
Foto: FCA
Mais recentes
- Pierrakakis: “Fim da fragmentação libertaria 230 mil milhões de euros em ativos líquidos de alta qualidade”
- Autoridades britânicas detetam e encerram negócios ilegais com criptoativos
- Maria Luís Albuquerque: “Não vamos criar escala europeia preservando a fragmentação nacional”
- BCE revela que expetativas de inflação aumentam em todos os prazos. Nova subida dos juros iminente em outubro
- BdP adverte que Financeira Zona e XNET BANCO não podem conceder créditos em Portugal
- Taxa de juro do crédito à habitação sobe para 3,162% em agosto
Foto: FCA
A Financial Conduct Authority (FCA) revelou que, em conjunto com as autoridades policiais, levou a cabo uma nova operação de deteção e encerramento de negócios ilegais de criptoativos em Londres. Esta ação visou três locais onde havia ocorriam compras e vendas de criptoativos entre pessoas, de forma ilegal.
Em comunicado, a FCA recorda que é necessário um registo apropriado junto do regulador para deter um negócio de compra e venda de criptoativos entre pares. De momento, adianta, não há nenhuma empresa registada no Reino Unido com autorização para fazer isto.
Esta ação de fiscalização e intervenção da FCA enquadra-se no combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo por parte das autoridades. O regulador financeiro alerta que “os negociantes de criptomoedas entre pares não registados que operam no Reino Unido podem constituir uma via para que os criminosos movimentem e branqueiem fundos ilícitos. Ao operarem fora do regime de registo da FCA, evitam os controlos destinados a detetar e prevenir a lavagem de dinheiro”.
O diretor executivo de Fiscalização e Supervisão do Mercado da FCA, Steve Smart, reforça que “todos os que gerem negócios de criptoativos entre pares não registados devem assumir que estamos a olhar para eles”. Por sua vez, Sathish Alalasundaram, sargento detetive da Metropolitan Police Service, admite que “a natureza complexa dos criptoativos, associada à velocidade a que os fundos se movem entre jurisdições, são desafios constantes para os que estão a investigar”.
Mais recentes
- Pierrakakis: “Fim da fragmentação libertaria 230 mil milhões de euros em ativos líquidos de alta qualidade”
- Autoridades britânicas detetam e encerram negócios ilegais com criptoativos
- Maria Luís Albuquerque: “Não vamos criar escala europeia preservando a fragmentação nacional”
- BCE revela que expetativas de inflação aumentam em todos os prazos. Nova subida dos juros iminente em outubro
- BdP adverte que Financeira Zona e XNET BANCO não podem conceder créditos em Portugal
- Taxa de juro do crédito à habitação sobe para 3,162% em agosto