3 min leitura
Banco do Brasil entre os participantes finais do 7.º Portugal FinLab
Banco do Brasil é a única entidade que não é uma startup. O Portugal FinLab contou com 19 concorrentes no total, dos quais dois eram estrangeiros.
17 Abr 2026 - 12:32
3 min leitura
Foto: Pixabay
Mais recentes
- Multas até 25 mil euros para prestadores cripto que escondam informações ao Fisco
- Projetos do PCP e do Chega sobre o “Cartel da Banca” aprovados no Parlamento
- Banco do Brasil entre os participantes finais do 7.º Portugal FinLab
- Ministro das Finanças francês quer mais ‘stablecoins’ indexadas ao euro
- African Bank of Oman diz que vai servir de ponte entre Angola e Médio Oriente
- Demite-se presidente do banco central venezuelano
Foto: Pixabay
Os reguladores financeiros já deram a conhecer os participantes da 7.ª edição do Portugal FinLab. Entre as seis entidades que chegaram à fase final está o Banco do Brasil, instituição bancária brasileira controlada pelo Governo Federal. A empresa destaca-se por ser uma entidade já estabelecida no seu mercado doméstico, enquanto as restantes são, em geral, ‘startups’.
Os restantes concorrentes que chegam à fase final são a Smart Appraisal, sobre a qual não há mais informações divulgadas pelo Portugal FinLab, a Coalex, a Fidign, a realQTY e a trust fence. Estas entidades vão agora ser analisadas pelos três supervisores promotores desta iniciativa – Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões – que vão indicar as orientações regulatórias que devem seguir para dar os próximos passos.
A Coalex pretende acelerar a aprovação de projetos de Inteligência Artificial (IA) nas empresas, ajudando a provar quais constituem riscos e quais devem seguir para produção. Já a Fidign pretende ser uma plataforma digital de transferências monetárias entre Portugal e os PALOP.
A realQTY quer simplificar o investimento em imobiliário, permitindo aos investidores “alocar capital com total flexibilidade em diferentes propriedades” que estão arrendadas, ficando a realQTY responsável pela gestão integral do ativo, segundo explica no seu site. Por fim, a trust fence apresenta-se como uma “cerca de IA” que se coloca entre os utilizadores e os ‘scammers’, “mantendo as ameaças fraudulentas e maliciosas do lado de fora”.
O Portugal FinLab revela ainda que houve um total de 19 candidaturas nesta 7.ª edição, o número mais elevado desde a 3.ª edição, quando se registaram 20 candidatos. Ainda assim, o número está aquém dos 39 concorrentes do 1.º Portugal FinLab. Entre os candidatos, oito estavam em fase ‘pre-seed’, três em fase ‘seed’, sete em ‘early-stage’ e, por fim, um encontra-se consolidado.
No que diz respeito aos setores de atividade dos candidatos, o Portugal FinLab adianta que 37% eram da área dos pagamentos, 21% de mercados de capitais e gestão de património, 5% operavam na área de RegTech e outros 5% em InsurTech. Já 32% eram multisetoriais.
89% das candidaturas apresentadas tinham origem em Portugal e 11% eram estrangeiras. Fazendo as contas, significa que duas das 19 entidades eram de fora de Portugal.
Mais recentes
- Multas até 25 mil euros para prestadores cripto que escondam informações ao Fisco
- Projetos do PCP e do Chega sobre o “Cartel da Banca” aprovados no Parlamento
- Banco do Brasil entre os participantes finais do 7.º Portugal FinLab
- Ministro das Finanças francês quer mais ‘stablecoins’ indexadas ao euro
- African Bank of Oman diz que vai servir de ponte entre Angola e Médio Oriente
- Demite-se presidente do banco central venezuelano