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BCE aumenta os requisitos de capital da ABANCA para 2027
Supervisor europeu define um rácio mínimo de fundos próprios principais de nível 1 (CET1 phase-in) de 8,95% e um rácio mínimo de capital total phase-in de 13,28%
28 Out 2026 - 12:29
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Num comunicado publicado nesta quarta-feira no site da Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), a ABANCA refere que «recebeu do Banco Central Europeu (BCE) a decisão relativa aos requisitos mínimos prudenciais de capital aplicáveis a partir de 1 de janeiro de 2027, na sequência da conclusão do processo de revisão e avaliação pelo supervisor (SREP)».
Adicionalmente, a decisão contempla uma recomendação ou orientação de Pilar 2 (P2G).
«O nível agregado do requisito e da orientação de Pilar 2 (P2R + P2G) estabelecidos na presente decisão SREP manteve-se inalterado face ao definido na indicação anterior do Banco Central Europeu», refere o comunicado.
A decisão estabelece, a nível consolidado da ABANCA, um rácio mínimo de fundos próprios principais de nível 1 (CET1 phase-in) de 8,95% e um rácio mínimo de capital total phase-in de 13,28%. Estes requisitos incluem um mínimo de Pilar 1 de 4,50% de CET1 e de 8% de capital total, um requisito de Pilar 2 (P2R) de 1,07% de CET1 e de 1,90% de capital total, um colchão geral de conservação de capital de 2,50% e um colchão de capital anticíclico de 0,88%, justificado principalmente pelas exposições em Espanha.
Em 30 de setembro de 2026, a ABANCA apresentava, a nível consolidado, um rácio CET1 phase-in de 13,29%, claramente acima do requisito mínimo de 8,95%.
Em termos de capital total, o rácio ascendia a 17,72%, um valor significativamente superior ao mínimo exigido de 13,28%, refere a instituição financeira galega.
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