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BCE decretou o fim da nota de 500 euros

Entraram no Banco de Portugal 400 mil exemplares, no valor de 204,7 milhões de euros. Em Portugal, a nota mais utilizada é a de 50 euros, mas a mais pedida pelos bancos é da 20

19 Abr 2026 - 09:30

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Foto: Pexels

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O Banco Central Europeu (BCE) decidiu, no início deste ano, pôr termo de forma permanente à produção de notas de 500 euros, tendo inclusive excluído esta denominação da série Europa, que começou a ser lançada em 2013. Todos os bancos centrais da área do euro deixaram de emitir estas notas em 2019.

Apesar de continuarem válidas, a orientação é que sejam retiradas de circulação e destruídas assim que chegam ao Banco de Portugal. Segundo os dados divulgados no Relatório da Emissão Monetária de 2025, publicado na passada sexta-feira, durante o último ano foram entregues ao Banco de Portugal 400 mil notas de 500 euros, no valor de 204,7 milhões de euros.

O número destas notas entregues tem vindo a diminuir progressivamente: em 2023 foram entregues cerca de 900 mil, no valor de 276,4 milhões de euros, e em 2024 esse número baixou para 500 mil, no valor de 263,5 milhões de euros.

Estas notas entram no circuito de pagamentos nacional maioritariamente através do turismo. O relatório da instituição liderada por Álvaro Santos Pereira refere que “em 2025 entraram 383,3 milhões de notas no banco central, menos 22,6 milhões do que em 2024. Estas quebras verificaram-se em todas as denominações, mas foram mais expressivas nas notas de maior valor – de 50 a 500 euros. O turismo em Portugal constitui o principal impulsionador da entrada destas denominações no país, as quais, não sendo absorvidas pela economia, acabam por ser depositadas no Banco de Portugal”.

O documento refere ainda que a nota mais requisitada no país é a de 20 euros: “representou 49% das notas entregues às instituições de crédito em 2025”, sendo que esta denominação quadruplicou o seu valor líquido nos últimos 20 anos.

No final de 2025, o número de notas em circulação na área do euro atingiu um novo máximo, ultrapassando os 31 mil milhões de unidades, no valor total de 1,6 biliões de euros. “No final do ano, quase metade das notas em circulação correspondia à denominação de 50 euros, que se manteve como a mais utilizada”, refere o Banco de Portugal.

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