2 min leitura
BCE: Maior abrandamento do crescimento económico pode ser problema para intermediários financeiros
O BCE alerta que o abrandamento do crescimento pode afetar as PME e as famílias, colocando pressão nas finanças. As perdas no mercado de imóveis comerciais podem aumentar, mas os bancos mostram ainda ter liquidez suficiente. O BCE defende a manutenção de reservas de fundos próprios e políticas para intermediários financeiros não bancários.
20 Nov 2024 - 11:06
2 min leitura
Foto: Unsplash/Bruno Wilson
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas
Foto: Unsplash/Bruno Wilson
O Banco Central Europeu (BCE) avisou esta quarta-feira, em comunicado, que, caso o crescimento económico abrande ainda mais, isto pode colocar pressão nas Pequenas e Médias Empresas e nas famílias, o que, por consequência, pode afetar a qualidade dos ativos dos intermediários financeiros da Zona Euro. O regulador europeu adverte também para as vulnerabilidades da estabilidade financeira devido ao “ambiente volátil”.
As perdas no mercado dos imóveis comerciais, informa o BCE, estão em risco de subir ainda mais, o que pode ser “significativo para bancos individuais e fundos de investimento”. No entanto, esta entidade confia na capacidade de absorver as perdas de qualidade dos ativos dada a sua forte liquidez e capitalização, bem como os “elevados níveis de rendibilidade”.
Para contrariar os riscos e “fortalecer a resiliência do sistema financeiro na atual conjuntura macrofinanceira incerta”, acredita o BCE, devem manter-se os requisitos de reserva de fundos próprios, a par das medidas que garantem critérios de empréstimo sólidos.
Mais ainda, o BCE apela à implementação de políticas relacionadas com os intermediários financeiros não bancários, pela sua crescente quota de mercado. Assim, o regulador espera aumentar a resiliência de todo o setor e, com isto, ajudar também na integração dos mercados de capitais. “Tal deverá reforçar a estabilidade financeira e complementar os objetivos da união dos mercados de capitais, que visa apoiar a produtividade e o crescimento económico da Europa”, remata.
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas