2 min leitura
CGD e BCP mantêm-se entre as cinco marcas portuguesas mais valiosas
Em 4.º e 5.º lugar, respetivamente, a CGD e o BCP apresentam marcas com avaliações a rondar 1,6 mil milhões.
03 Ago 2026 - 16:29
2 min leitura
ceos Paulo Macedo CGD e Miguel Maya BCP
Mais recentes
- Testes de stress mostram que um período de tensão com a duração de 30 dias conduz a saídas líquidas entre 0,5% e 0,7% do total dos ativos financeiros
- EBA preocupada com risco associado ao ‘outsourcing’ nas entidades financeiras
- Palavras com sentido
- BCP já recomprou mais de 214 milhões de ações próprias
- Pierrakakis: “Fim da fragmentação libertaria 230 mil milhões de euros em ativos líquidos de alta qualidade”
- Autoridades britânicas detetam e encerram negócios ilegais com criptoativos
ceos Paulo Macedo CGD e Miguel Maya BCP
A Caixa Geral de Depósitos e o Millennium BCP voltam a figurar entre as cinco marcas portuguesas mais valiosas. Respetivamente no 4.º e 5.º lugar, os dois bancos têm as marcas avaliadas em 1611 milhões e 1605 milhões de euros.
Face ao ano anterior, a posição na tabela, que elenca as 25 marcas nacionais mais valiosas, mantém-se igual para ambos os bancos. As duas instituições destacam-se ainda no terceiro lugar entre as que registaram o maior crescimento de valor, em 25,4%.
O BPI surge em 10.º lugar, subindo uma posição em relação ao ano anterior. Com uma marca avaliada em 607 milhões, o banco alcançou uma valorização de 9,1%.
Por fim, o Novo Banco é a quarta instituição bancária presente neste ‘ranking’, ocupando o 13.º lugar, uma posição acima da lista de 2025. A marca do banco é avaliada em 483 milhões, mais 11,6% do que um ano antes.
Ainda dentro do mundo financeiro, a Fidelidade ocupa a 11.ª posição, com uma valorização de 605 milhões.
De acordo com o comunicado da OnStrategy, “o processo de avaliação financeira de uma marca resulta da aplicação da informação referente à sua força e energia aos resultados financeiros da mesma”.
Mais recentes
- Testes de stress mostram que um período de tensão com a duração de 30 dias conduz a saídas líquidas entre 0,5% e 0,7% do total dos ativos financeiros
- EBA preocupada com risco associado ao ‘outsourcing’ nas entidades financeiras
- Palavras com sentido
- BCP já recomprou mais de 214 milhões de ações próprias
- Pierrakakis: “Fim da fragmentação libertaria 230 mil milhões de euros em ativos líquidos de alta qualidade”
- Autoridades britânicas detetam e encerram negócios ilegais com criptoativos