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Crédito Agrícola assegura financiamento de 25 milhões para unidades de biometano da Mota-Engil
O projeto conta com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência e visa a construção de cinco unidades de biometano em Aveiro, Coimbra, Leiria, Amadora e Seixal.
01 Set 2026 - 16:30
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O Crédito Agrícola vai financiar um projeto da Mota-Engil Ambiente e Energia, que consiste na construção de cinco unidades de produção de biometano renovável. Esta iniciativa vai permitir “realizar a primeira injeção de biometano em escala na Rede Nacional de Gás e reforçar a transição energética do país”, sublinham as entidades em comunicado conjunto.
O projeto conta com o apoio do Plano de Recuperação e Resiliência e deve “evitar a emissão de cerca de 50 mil toneladas de CO2 equivalente por ano, através da valorização do metano proveniente da fração orgânica dos resíduos urbanos e da redução da utilização de gás natural de origem fóssil”.
“O Crédito Agrícola destaca o papel do setor financeiro na promoção de investimentos sustentáveis e na aceleração da transição energética”, reforça. Rodolfo Varela Pinto, administrador do banco, acrescenta que “o Crédito Agrícola considera que a transição para uma economia mais sustentável exige visão de longo prazo, investimento e colaboração entre diferentes agentes económicos”.
Neste sentido, acredita que “esta operação com a Mota-Engil Ambiente e Energia traduz esse compromisso, ao apoiar um projeto que contribui para a descarbonização, para a valorização de recursos e para o reforço da autonomia, segurança e resiliência energética”.
Segundo explicam as duas instituições, as novas unidades vão ser instaladas em Coimbra e Aveiro, através da ERSUC, Leiria, com a Valorlis, Seixal, com a Amarsul, e Amadora, através da Valorsul. Devem entrar em funcionamento até ao final de 2026 e terão capacidade para produzir até 170 GWh de biometano por ano, “através da valorização de cerca de 600 mil toneladas anuais de resíduos urbanos biodegradáveis”.
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