Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

Fundo da BPI Gestão de Ativos adquire edifício de escritórios em Lisboa para uso habitacional

O edifício Almirante Barroso conta com cerca de 4500 metros quadrados distribuídos por sete pisos acima do solo e dois subterrâneos.

01 Set 2026 - 17:35

2 min leitura

Foto: Cushman & Wakefield

Foto: Cushman & Wakefield

Acompanhe tudo o que se passa no sistema financeiro em Portugal e no mundo em www.jornalpt50.pt

A BPI Gestão de Ativos, através de um dos seus fundos, adquiriu o edifício Almirante Barroso 32, situado na zona do Saldanha, em Lisboa. A empresa do BPI pretende converter o edifício de escritórios para uso habitacional.

O imóvel conta com cerca de 4500 metros quadrados distribuídos por sete pisos acima do solo e dois subterrâneos, que incluem 39 lugares de estacionamento. “Atualmente configurado para uso de escritórios, o ativo beneficia de uma localização estratégica, inserida numa área com forte procura residencial e corporativa, excelentes acessibilidades e proximidade a uma ampla oferta de serviços, comércio, restauração e transportes públicos”, descreve a Cushman & Wakefield, que assessorou a operação, revela em comunicado.

Para a empresa, “o edifício representa uma oportunidade relevante de reabilitação e reconversão para uso habitacional, sustentada pela sua escala, configuração e localização privilegiada”. “Estas características conferem-lhe condições particularmente favoráveis para o desenvolvimento de um projeto residencial orientado para os segmentos médio-alto ou premium, enquadrando-se numa lógica de reposicionamento de ativos urbanos existentes”, aponta.

A diretora de Investimento em Escritórios da Cushman & Wakefield, Cristina Machado, realça que “esta transação confirma a crescente relevância da reconversão de escritórios em zonas centrais de Lisboa”. Neste sentido, recorda que, “em 2025, cerca de 20% do investimento em escritórios incidiu sobre ativos para alteração de uso, evidenciando o forte interesse por este tipo de oportunidades, situação que se mantém ao longo deste ano 2026”.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade