Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

3 min leitura

Intesa Sanpaolo não vê impacto do lançamento de OPAs defensivas do MPS

O maior banco italiano não reconhece impacto da manobra defensiva na sua própria oferta, a não ser que esta seja aprovada pelos acionistas do MPS.

01 Set 2026 - 20:23

3 min leitura

foto: Intesa sanpaolo

foto: Intesa sanpaolo

Acompanhe tudo o que se passa no sistema financeiro em Portugal e no mundo em www.jornalpt50.pt

O maior banco de Itália, Intesa Sanpaolo (ISP), não reconhece qualquer influência do lançamento de duas Ofertas Públicas de Aquisição (OPA) pelo Monte dei Paschi di Siena (MPS) na sua própria oferta sobre o rival doméstico.

A instituição negou qualquer impacto até que as duas propostas de aquisição, do Banco BPM e do Banca Generali, tenham a luz verde dos acionistas do MPS – um obstáculo incontornável para o banco mais antigo do mundo, precisamente por estar a ser alvo de uma OPA também.

A informação é avançada pelo periódico italiano La Stampa, que cita fonte próxima do assunto, e replicada pela Reuters.

Segundo reporta o La Stampa, o ISP foi questionado pelo Consob, o regulador do mercado italiano, sobre o possível impacto do lançamento das duas ofertas pelo MPS na sua OPA. A mesma fonte indicou que o banco pretende responder ao supervisor de forma transparente e cooperativa, de forma a contribuir positivamente para a aprovação da sua própria oferta pelo MPS pelo mesmo regulador.

Os acionistas do ISP são chamados a aprovar a OPA de 36 mil milhões de euros sobre o MPS a 10 de setembro, enquanto os do banco visado reúnem a 29 de outubro para decidir sobre a potencial aquisição do BPM e do Banca Generali.

Caso os acionistas do MPS aprovem o plano, o ISP ganha o direito de desistir da sua oferta. O banco conta iniciar a OPA em outubro, após as aprovações regulatórias.

Recorde-se que o maior banco italiano lançou, em junho, uma oferta de 36 mil milhões sobre o MPS, que, caso seja bem-sucedida, vai dividir a rede de balcões da instituição e a sua marca, de forma a lidar com possíveis problemas concorrenciais, explicou o ISP então.

Por sua vez, o MPS lançou duas ofertas há menos de duas semanas sobre o BPM e o Banca Generali, de forma a afastar o seu possível comprador. Esta jogada já originou uma queixa do ISP junto do regulador do mercado.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade