2 min leitura
Governo aprova passagem à 2.ª fase da venda da participação da CGD no Banco Caixa Geral – Brasil
Resolução aprovada em Conselho de Ministros permite agora à CGD selecionar os investidores que passam à fase seguinte da operação de venda direta.
20 Mar 2026 - 11:37
2 min leitura
Caixa Geral de Depósitos | Foto: Rigby/JornalPT50
Mais recentes
- BCE avisa o Eurogrupo: “o risco de crédito pode aumentar”
- Lucro dos bancos angolanos sobe 34% para 890 milhões em 2025
- Há 12 portugueses entre os 100 bolseiros de investigação apoiados pela Fundação “la Caixa”
- Novo Banco escreve aos clientes a anunciar a integração no BPCE
- De Guindos: “Os mercados estão a descontar um cenário muito benigno”
- Sindicato bancário da CGD, BCP e Sabadell financia projetos solares da Finerge
Caixa Geral de Depósitos | Foto: Rigby/JornalPT50
O Conselho de Ministros, reunido nesta quinta-feira, aprovou uma resolução que permite à Caixa Geral de Depósitos (CGD) prosseguir com a venda da sua participação no Banco Caixa Geral – Brasil. Segundo o comunicado do Governo, o banco público pode agora selecionar os investidores que passam à fase seguinte da operação de venda direta.
“A medida define o calendário da segunda fase, fixa o prazo para apresentação de propostas vinculativas e estabelece as condições financeiras da operação”, esclarece o executivo.
A CGD, através do vice-presidente da Comissão Executiva, Francisco Cary, já tinha referido em novembro passado que contava receber propostas até ao início de 2026, com expectativas de conclusão da venda apenas em 2027, essencialmente devido à espera pelas aprovações regulatórias.
Esta decisão, acrescenta o Governo, “insere-se na estratégia de reestruturação e focalização da CGD, permitindo otimizar a sua presença internacional e concentrar recursos no apoio à economia nacional”.
Recorde-se que a CGD tem vindo a alienar várias posições que considera não ‘core’ para o seu negócio. Francisco Cary relembrou, na mesma altura, que estava em curso um “desinvestimento num conjunto de atividades internacionais” com as quais não tem suficiente “afinidade” ou “massa crítica e relevância” para justificar a presença no mercado. Em 2025, a Caixa a concluiu a alienação da sua participação no Banco Comercial do Atlântico, em Cabo Verde. Paralelamente, vendeu também a sua posição na Águas de Portugal.
Mais recentes
- BCE avisa o Eurogrupo: “o risco de crédito pode aumentar”
- Lucro dos bancos angolanos sobe 34% para 890 milhões em 2025
- Há 12 portugueses entre os 100 bolseiros de investigação apoiados pela Fundação “la Caixa”
- Novo Banco escreve aos clientes a anunciar a integração no BPCE
- De Guindos: “Os mercados estão a descontar um cenário muito benigno”
- Sindicato bancário da CGD, BCP e Sabadell financia projetos solares da Finerge