Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

ING aproveita distração do Intesa Sanpaolo e quer entrar no capital do espanhol Singular Bank

O ING está a finalizar a aquisição de 40% do Singular Bank. Em maio, houve reportes de que o Intesa Sanpaolo podia adquirir uma posição de 93%.

02 Jul 2026 - 10:46

2 min leitura

Foto: ING/Minko Minev

Foto: ING/Minko Minev

O maior banco neerlandês, o ING, está de olhos postos no mercado espanhol e prestes a adquirir 40% do Singular Bank, uma entidade de ‘private banking’ liderada por Javier Marin, um ex-CEO do Santander. É o segundo grande banco europeu a demonstrar interesse no negócio, após o maior banco italiano, o Intesa Sanpaolo.

Segundo avança a Reuters, o negócio está a ser finalizado, de acordo com uma fonte conhecedora do assunto. A informação foi noticiada em primeiro lugar pelo jornal espanhol Expansión. A fonte citada pela Reuters não divulgou detalhes financeiros sobre a transação.

O Singular Bank não estava imediatamente disponível para comentar, afirma a Reuters. Já o ING Espanha recusou comentar.

Em maio, o Financial Times reportou que o Intesa Sanpaolo estaria interessado em adquirir a posição do fundo Warburg Pincus, que detém 93% do banco e almejava encaixar 300 milhões com a venda. Contudo, o maior banco de Itália está agora “completamente focado” na Oferta Pública de Aquisição que lançou sobre o Monte dei Paschi di Siena há menos de um mês, garantiu uma fonte próxima do assunto à Reuters.

Assim, o ING pode aproveitar o caminho desimpedido para avançar. Tal como tinha avançado antes, a Reuters recorda que o Singular Bank, cuja administração detém 7% do banco, continua à procura de um investidor maioritário.

De acordo com o Expansión, o ING Espanha vai ser um de vários acionistas dentro de um consórcio de investidores. Entre estes, nenhum poderá ter mais de 50% do capital. A unidade espanhola do banco neerlandês deve ser o maior acionista, com o CEO, um banco mexicano e vários escritórios familiares a participar no negócio.

Caso a transação se concretize, o fundo Warburg Pincus deve sair por completo do capital da empresa.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade