2 min leitura
Lucro do HSBC sobe 27,1% no primeiro semestre para 12,71 mil milhões
A faturação do HSBC cresceu 10,6% em termos anuais, atingindo 32,79 mil milhões de euros.
04 Ago 2026 - 10:50
2 min leitura
Foto: Flickr
Mais recentes
- Mais impostos e custos de venda fazem lucro semestral do Novo Banco cair 15,6% para 367,2 milhões
- Bancos preveem quebra na produção de novo crédito com apertar de regras
- Mastercard finaliza aquisição da prestadora de serviços de criptoativos BVNK
- Iate de 102 metros vale processo judicial de 17,5 milhões ao CEO da Revolut
- Relatório questiona competências da ESMA enquanto supervisora de um mercado único europeu de valores mobiliários
- Ifthenpay aumenta lucro antes de impostos em 31% para 1,7 milhões no 1.º semestre
Foto: Flickr
O HSBC, o maior banco da Europa, registou um lucro líquido atribuível de 14,63 mil milhões de dólares (12,71 mil milhões de euros) no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 27,07% em termos homólogos. Entre janeiro e junho, a faturação do grupo cresceu 10,6% em termos anuais, atingindo 37,74 mil milhões de dólares (32,79 mil milhões de euros), informou nesta terça-feira o HSBC no relatório de resultados enviado à Bolsa de Hong Kong, onde as suas ações são negociadas.
A empresa atribui a melhoria nos números à ausência de itens extraordinários negativos, referindo-se principalmente ao impacto do reconhecimento de cerca de 2,1 mil milhões de dólares em perdas por dissolução e redução ao valor recuperável após a diminuição, no ano passado, da sua participação no banco estatal chinês Bank of Communications de 19% para 16%. Além disso, o HSBC destaca receitas líquidas mais elevadas provenientes de juros e também de comissões, sendo que, neste último item, o crescimento foi especialmente expressivo nos segmentos de gestão de património e banco de atacado.
Especificamente, as receitas líquidas de juros aumentaram 8,39%, para 18,23 mil milhões de dólares (15,84 mil milhões de euros), graças ao crescimento do saldo de depósitos e ao reinvestimento da proteção de taxas de juros a taxas mais elevadas. Por sua vez, a margem líquida de juros situou-se em 1,61%, ficando 4 pontos-base acima do nível registado um ano antes.
“O HSBC está a tornar-se o banco forte que pretendemos construir. Estamos a executar as nossas prioridades estratégicas com celeridade, precisão e disciplina. Isso permite que as nossas quatro linhas de negócios se concentrem nos seus principais pontos fortes, cresçam, trabalhem em conjunto de forma mais eficaz e aprofundem o relacionamento com os clientes”, afirmou o CEO da instituição, Georges Elhedery.
As ações do HSBC na Bolsa de Hong Kong caíram 0,42% hoje até a pausa do meio da sessão, momento em que a instituição divulgou os seus resultados, embora registem uma subida de 34,75% no acumulado do ano.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Mais impostos e custos de venda fazem lucro semestral do Novo Banco cair 15,6% para 367,2 milhões
- Bancos preveem quebra na produção de novo crédito com apertar de regras
- Mastercard finaliza aquisição da prestadora de serviços de criptoativos BVNK
- Iate de 102 metros vale processo judicial de 17,5 milhões ao CEO da Revolut
- Relatório questiona competências da ESMA enquanto supervisora de um mercado único europeu de valores mobiliários
- Ifthenpay aumenta lucro antes de impostos em 31% para 1,7 milhões no 1.º semestre