2 min leitura
Maior furto de criptoativos de sempre: hackers roubam 5,66 mil milhões à Binance
A Binance garante que vai cobrir os fundos perdidos pelos clientes. Várias emissoras de 'stablecoins' já congelaram ativos rastreados.
30 Out 2026 - 11:27
2 min leitura
Foto Binance
Mais recentes
- Portugal Ventures conclui desinvestimento em ‘startup’ portuguesa Perceive3D
- Alemães, italianos e espanhóis vão construir a rede onde funcionará o euro digital
- Lucro dos cinco maiores bancos espanhóis sobe 15% até setembro para 28,63 mil milhões
- Centeno: «Em termos de supervisão, o número de contraordenações em Portugal não tem paralelo na Europa. Precisamos de corrigir»
- Lucros do CaixaBank sobem 13% até setembro para 4,96 mil milhões
- Banco de Moçambique reduz exigências prudenciais para estimular crédito às empresas
Foto Binance
A Binance revelou ter sido alvo de um ciberataque que resultou num furto de criptoativos no montante de 5,66 mil milhões de euros. Trata-se do maior roubo de ativos digitais alguma vez registado, de acordo com a informação avançada pela Reuters.
Citada pela agência de notícias, a empresa que opera a maior plataforma de negociação de criptoativos do mundo adiantou que se trata de um “ataque complexo” e garante que está a trabalhar com as autoridades para resolver a situação.
A Binance já assegurou que vai cobrir fundos perdidos por clientes. A instituição tem um fundo de reserva de 898,5 milhões, que já admitiu que vai usar, de acordo com o co-CEO Teng, bem como fundos próprios da Binance para cobrir esses custos.
Segundo a empresa de ativos digitais, várias emissoras de ‘stablecoins’, como a Tether, Circle ou a World Liberty Financial, da família Trump, já congelaram ativos rastreados, num montante total de 2,7 mil milhões. A Binance não deu informação sobre os restantes quase 3 mil milhões.
Este ciberataque resultou no bloqueio de serviços pela Binance, que adianta que a possibilidade de levantamento de fundos deve ficar disponível nas próximas 45 horas.
De acordo com a TRM Labs e a Chainalysis, empresas dedicadas à análise da tecnologia ‘blockchain’, este ciberataque é semelhante a outros grandes ataques cujas culpas foram atribuídas à Coreia do Norte. As instituições recordam o ataque à Bybit, em 2025, que o FBI atribuiu ao país asiático, e que consideram ter sido replicado nesta situação.
Por outro lado, Teng referiu que a empresa tem a sua investigação em curso e ainda não atribuiu qualquer responsabilização pela situação. A Binance explicou que uma investigação inicial concluiu que houve um computador portátil de um engenheiro hackeado, que serviu como ponto de entrada para os hackers.
Entretanto, a empresa já esclareceu que encontrou outros pontos de entrada adicionais.
Mais recentes
- Portugal Ventures conclui desinvestimento em ‘startup’ portuguesa Perceive3D
- Alemães, italianos e espanhóis vão construir a rede onde funcionará o euro digital
- Lucro dos cinco maiores bancos espanhóis sobe 15% até setembro para 28,63 mil milhões
- Centeno: «Em termos de supervisão, o número de contraordenações em Portugal não tem paralelo na Europa. Precisamos de corrigir»
- Lucros do CaixaBank sobem 13% até setembro para 4,96 mil milhões
- Banco de Moçambique reduz exigências prudenciais para estimular crédito às empresas