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Miguel Maya deverá ser reconduzido hoje como CEO do BCP

A par de Miguel Maya, Nuno Amado também deve ser reconduzido enquanto presidente do Conselho de Administração do Millennium BCP.

07 Mai 2026 - 09:45

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Miguel Maya CEO Banco Millennium BCP | Foto: Banco Millennium BCP

Miguel Maya CEO Banco Millennium BCP | Foto: Banco Millennium BCP

Os acionistas do BCP deverão aprovar nesta quinta-feira, em assembleia-geral, a recondução de Miguel Maya como CEO do banco até 2029. Hoje, ao início da tarde, arranca a assembleia-geral do BCP, nas instalações do banco em Oeiras (TagusPark), sendo um dos pontos a votação do novo Conselho de Administração para o mandato 2026-2029.

Segundo o ponto nove da reunião magna divulgado através da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os principais acionistas do BCP – o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol – propõem a recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (‘chairman’, não executivo) e de Miguel Maya como vice-presidente e CEO.

São ainda propostos Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração. A proposta inclui como vogais da administração António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vicent Li.

Será ainda eleita uma comissão de auditoria, sendo proposta Patrícia Couto Viana como presidente, substituindo a atual (Cidália Maria Mota Lopes).

A assembleia-geral vai ainda deliberar o pagamento de um dividendo de 509 milhões de euros, assim como um aumento do valor a distribuir aos acionistas no futuro. Segundo a proposta, este valor está inserido na política do banco, que tem atualmente “um objetivo de distribuição de dividendos ordinários de 50%” dos lucros anuais.

O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.

O banco apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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