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Monte dei Paschi atingiu objetivo de 35% na OPA sobre Mediobanca
O período de oferta reabre entre 16 e 22 de setembro, dado o alcance do patamar mínimo. O Monte dei Paschi atualizou nesta semana as condições da OPA sobre o Mediobanca.
04 Set 2025 - 10:41
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Foto: Wikimedia
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O italiano Montei dei Paschi di Siena (MPS) está mais perto de conseguir concretizar o planos de fusão com o rival Mediobanca, tendo, nesta quarta-feira, atingido o patamar mínimo estabelecido de 35% para considerar a sua Oferta Pública de Aquisição bem-sucedida. O banco mais antigo do mundo conseguiu assegurar 38,5% das ações da instituição visada.
De acordo com os dados da Borsa Italiana e um comunicado do MPS, o banco conseguiu que vários acionistas do Mediobanca vendessem as suas ações ao abrigo da OPA, num total de 313.252.717 ações. A estas juntam-se ainda as 31 996 que o MPS já detém. Fruto deste resultado, o período de oferta vai reabrir entre de 16 a 22 de setembro, sendo que o período inicial da OPA ainda decorre até ao final do dia 8.
Recorde-se que, na terça-feira, o Monte dei Paschi aumentou a sua oferta aos acionistas, colocando em cima da mesa um acréscimo de 90 cêntimos por cada ação que estes vendessem na OPA. Paralelamente, o banco abdicou do patamar mínimo de 66,67% do capital para considerar a operação bem-sucedida.
Assim, informa a Borsa Italiana, a instituição conseguiu aumentar as ações vendidas de 30,125% ao final da sessão de terça-feira para os 38,5% atingidos um dia depois.
Segundo a Borsa Italiana, acionistas como o Fundo de Pensões dos Médicos Enpam, que detém 2%, a ‘holding’ da Benetton, Edizione, com outros 2%, e a Família Tortora, com 1,1%, entregaram as suas ações ao abrigo da OPA depois da alteração à oferta. Juntaram-se à Delfin e ao empresário Caltagirone, que já tinham vendido a sua parte, equivalente a cerca de 27,4%.
Estes dois grandes acionistas são, por sua vez, também acionistas do MPS, o que levou o CEO do Mediobanca a criticar conflitos de interesse aquando do chumbo da aquisição do Banca Generali.
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