2 min leitura
Revolut conclui processo de financiamento que avaliou a empresa em 65,1 mil milhões
Venda de ações deu-se a um preço unitário de 1184,65 euros, segundo foi avançado em setembro. Colaboradores tiveram oportunidade de vender as suas participações.
24 Nov 2025 - 10:21
2 min leitura
Foto: Revolut
Mais recentes
- Warsh enfrenta Trump com unanimidade da Fed na subida dos juros em 25 pontos base
- Álvaro Santos Pereira está atento ao preço do gás e ao ‘boom’ da IA
- João Talone: “Hoje as empresas vão à falência não pela conta de exploração, mas pelo balanço!”
- Openbank reduz comissão para compra e venda de ações e ETF para 1 euro
- Ações cotadas em Portugal crescem 4,5% em agosto
- Especialistas do BCE aconselham prudência sobre o efeito da subida dos juros no serviço da dívida
Foto: Revolut
A Revolut finalizou o recente processo de venda de ações que colocou a avaliação da empresa em 65,1 mil milhões de euros. A transação foi liderada pela Coatue, Greenoaks, Dragoneer e Fidelity Management & Research Company, informa o banco digital.
A venda, inicialmente noticiada em setembro, colocou o valor unitário das ações em 1184,65 euros. Esta operação permitiu aos colaboradores atuais vender as suas participações. Segundo revela a Revolut, houve participação de investidores como Andreessen Horowitz, Franklin Templeton e T. Rowe Price Associates, bem como a NVentures, o braço de capital de risco da NVIDIA.
A ‘fintech’ britânica já realizou cinco processos de venda de ações para colaboradores até à data, esclarece. A Revolut considera isto “um testemunho do seu compromisso de longa data em partilhar o sucesso, operando um dos programas de ações para colaboradores com maior liquidez entre empresas privadas na indústria”.
“A avaliação de 75 mil milhões de dólares assenta num forte dinamismo de negócio e num desempenho financeiro robusto”, destaca a empresa em comunicado. O CEO e cofundador da Revolut, Nik Storonsky, acredita que este é mais um marco em direção à ambição de ser o “primeiro banco verdadeiramente global, ao serviço de 100 milhões de clientes em 100 países”.
Já o CFO, Victor Stinga, sublinha que o nível de interesse dos investidores e a nova avaliação “refletem a força” do modelo de negócio, “que está a gerar um crescimento rápido aliado a uma forte rentabilidade”.
Mais recentes
- Warsh enfrenta Trump com unanimidade da Fed na subida dos juros em 25 pontos base
- Álvaro Santos Pereira está atento ao preço do gás e ao ‘boom’ da IA
- João Talone: “Hoje as empresas vão à falência não pela conta de exploração, mas pelo balanço!”
- Openbank reduz comissão para compra e venda de ações e ETF para 1 euro
- Ações cotadas em Portugal crescem 4,5% em agosto
- Especialistas do BCE aconselham prudência sobre o efeito da subida dos juros no serviço da dívida