1 min leitura
O português João Stott é o novo chefe de Segurança da Informação do Santander na Europa
João Stott começou na banca em 2010 no Barclays e trabalhou na TIMWE e na EY. Formou-se em Engenharia Informática no Instituto Superior Técnico.
06 Jan 2025 - 11:21
1 min leitura
Foto: Grupo Santander
Mais recentes
- Commerzbank vs UniCredit: uma luta pela independência com quase dez anos de história
- Será a soberania financeira incompatível com a União Bancária?
- Independência dos bancos centrais, dívida pública e desregulação: os avisos de Isabel Schnabel
- Paulo Macedo: “A garantia pública tem impacto no preço das casas”
- Um ano depois, margem do BCP continua a ser a única a resistir na banca portuguesa
- CGD com lucros de 397 milhões nos primeiros três meses de 2026
Foto: Grupo Santander
O atual chefe de Segurança da Informação para o Santander Portugal, João Stott, foi nomeado para assegurar este cargo a nível europeu, acumulando agora as duas funções na instituição. O anúncio é recente, mas, segundo a página pessoal de LinkedIn de Stott, o início das funções deu-se novembro passado.
A carreira de João Stott na banca iniciou-se no Barclays, em 2010, como COO Control Office. Daí passou a IT Governance em 2013 e, mais tarde, Information Security & IT Governance em 2015. No mesmo ano, muda-se para a TIMWE como Chief Security Officer. Antes de chegar ao Santander, em 2018, passou ainda pela EY, onde foi manager of Advisory FSO Practice.
Ainda antes de chegar à banca, trabalhou primeiro como engenheiro de software, investigador e consultor entre 2004 e 2010. João Stott licenciou-se em Engenharia Informática no Instituto Superior Técnico.
Mais recentes
- Commerzbank vs UniCredit: uma luta pela independência com quase dez anos de história
- Será a soberania financeira incompatível com a União Bancária?
- Independência dos bancos centrais, dívida pública e desregulação: os avisos de Isabel Schnabel
- Paulo Macedo: “A garantia pública tem impacto no preço das casas”
- Um ano depois, margem do BCP continua a ser a única a resistir na banca portuguesa
- CGD com lucros de 397 milhões nos primeiros três meses de 2026