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Taxa de poupança das famílias da Zona Euro fixa-se nos 15,3% e do investimento em 9,1%
Eurostat dá conta de que as empresas não financeiras registaram margem de lucro de 38,5% e taxa de investimento de 21,3%, no final de 2024. A rendibilidade nacional das empresas baixou ligeiramente para 9,4%.
04 Abr 2025 - 13:44
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A taxa de poupança das famílias na Zona Euro fixou-se nos 15,3% e a de investimento nos 9,1% no quarto trimestre de 2024, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Eurostat. Entre outubro e dezembro de 2024, a taxa de poupança das famílias aumentou face aos 14,8% do período homólogo e manteve-se estável nos 15,3% na variação trimestral.
Os investimentos das famílias da área do euro abrandaram 0,5 pontos percentuais em comparação com os 9,6% do mesmo trimestre de 2023 e mantiveram-se estáveis na comparação em cadeia.
No mesmo boletim, o serviço de estatísticas europeu indica ainda que, no que respeita a empresas não financeiras, a margem de lucro abrandou para os 38,5%, face aos 40,1% do quarto trimestre de 2023 e também aos 38,8% do período entre julho e setembro de 2024.
A taxa de investimento das empresas baixou para 21,3%, face aos 21,8% de ambos os períodos de comparação.
Rendibilidade das empresas recua
Também nesta sexta-feira, o Banco de Portugal divulgou dados acerca da rendibilidade das empresas e da sua autonomia financeira no final de 2024. A nível nacional, é possível observar que a rendibilidade das empresas recuou para 9,4%, uma ligeira diferença face aos 9,5% do período homólogo. Em cadeia, o valor manteve-se.
Contudo, olhando para a autonomia financeira das empresas portuguesas, esta atingiu valores recorde no último trimestre de 2024. A autonomia alcançou os 45,6%, uma subida em relação aos 44,1% do ano anterior e o ponto mais alto desde o início da série do banco central, iniciada em 2006.
Analisando mais detalhadamente, as PME tiveram uma subida de autonomia financeira de 1,9 pontos percentuais para 46% e as grandes empresas de 1,3 pontos percentuais para 41,4%. Por sua vez, o custo do financiamento baixou de 5% para 4,8%, em cadeia. Esta é a primeira descida após nove trimestres em rota ascendente.
LAA com Agência Lusa
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