Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

3 min leitura

Três candidatos avançam com propostas para adquirir banco da CGD no Brasil

De acordo com a informação avançada pelo jornal brasileiro Valor, apenas o grupo russo Sputnik aparenta não ter apresentado nenhuma proposta pelo banco da CGD.

30 Jun 2026 - 16:47

3 min leitura

Foto: Banco Caixa Geral Brasil via LinkedIn

Foto: Banco Caixa Geral Brasil via LinkedIn

O processo de venda do Banco Caixa Geral – Brasil está a avançar, tendo o período de submissão de propostas vinculantes terminado na semana passada. Nesta segunda fase, três dos quatro candidatos que ainda estavam em jogo apresentaram propostas.

A informação foi avançada pelo periódico brasileiro Valor, nesta terça-feira, que adianta que o neobanco Nubank, a MD Capital e a Garantia Capital fizeram ofertas. Contudo, não é claro se o grupo russo Sputnik avançou com uma proposta, nota o jornal. O jornal aponta ainda que o Estado português, enquanto acionista, espera encaixar 42,4 milhões de euros.

No que diz respeito ao Nubank, é sabido que este precisa de obter uma licença bancária no Brasil até ao final do ano, de forma a cumprir com a norma do banco central que dita que as instituições não podem utilizar o termo ‘bank’ no seu nome sem serem realmente instituições com licença bancária no país.

O banco digital tem vindo a avaliar diferentes formas de obter essa licença e, citado pelo Valor, afirma que “essas análises não significam uma definição sobre qualquer operação específica. Como companhia aberta, temos compromisso com a transparência e comunicaremos ao mercado quando qualquer decisão relevante for tomada”.

O próprio CEO, David Vélez, já referiu que a compra de um banco seria sempre pela sua licença e nunca pela carteira. Contudo, o Caixa Geral – Brasil não é uma instituição assim tão pequena, como relembra o Valor. Tem 322,6 milhões de euros em ativos, dos quais 146,1 milhões correspondem a “outras operações com características de concessão de crédito”.

Fontes da indústria consultadas pelo Valor indicam que o portfólio do banco inclui operações complexas e problemáticas, incluindo uma fiança de dezenas de milhões para a operadora Oi.

Os outros dois possíveis compradores, a MD Capital e a Garantia Capital, contam com pessoas experientes na área da banca. A MD Capital foi criada por dois antigos colaboradores do Bradesco, Mario da Silveira Teixeira Junior e Dorival Antonio Bianchi. Já a Garantia Capital, constituída por André Perfeito, Marcelo Bragaglia e ainda Luiz Cesar Fernandes, fundador dos bancos Garantia e Pactual.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade