2 min leitura
Tribunal de Amesterdão rejeita tentativa de bloquear recondução de CEO da Euronext Milão
Cassa Depositi e Prestiti, detida pelo Estado italiano e acionista da Euronext, quer que a empresa procure alternativas ao atual CEO da Borsa Italiana.
14 Abr 2026 - 17:22
2 min leitura
Foto: Barbara Lunghi
Mais recentes
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas
- DECO considera positivo o reforço das exigências ao nível da taxa de esforço no crédito à habitação
Foto: Barbara Lunghi
O CEO da Euronext Milão, Fabrizio Testa, espera uma recondução no cargo na próxima assembleia de acionistas da Euronext, marcada para maio. Contudo, a Cassa Depositi e Prestiti (CDP), instituição financeira italiana detida maioritariamente pelo Governo de Itália, tem vindo a contestar esta decisão.
A entidade, que detém 8,08% da Euronext, tentou, por via judicial, bloquear a recondução de Testa. No entanto, o tribunal neerlandês responsável pelo caso não aceitou esta intenção por parte do acionista, de acordo com decisão à qual a Reuters teve acesso.
A Reuters adianta que a CDP pretende recorrer da decisão, citando fonte próxima do assunto. A Euronext, por sua vez, recusou comentar.
A CDP pretende que a Euronext faça uma procura alargada por candidatos alternativos. No passado, recorda a Reuters, o CEO da Euronext, Stéphane Boujnah, já referiu que o atual CEO da Borsa Italiana está encaminhado para conseguir um segundo mandato, parabenizando o mesmo pelos resultados alcançados.
Testa tornou-se líder da bolsa italiana em 2021, aquando da aquisição da mesma pela Euronext à LSEG. O negócio de 4,3 mil milhões de euros tornou o mercado italiano um dos maiores da Euronext.
Esta tentativa por parte da CDP, nota a agência de notícias, surge perante preocupações do executivo de Giorgia Meloni de que a Euronext reduza as operações em Itália e favoreça entradas em bolsa no mercado francês ou outros.
Este não é o primeiro negócio que leva o Governo de Itália a agir em defesa do seu mercado doméstico. No final do ano passado, também a ‘joint venture’ entre a maior seguradora italiana, a Generali, e o banco francês BPCE, que previa uma gestora de ativos conjunta, caiu por terra, alegadamente por o executivo italiano ter receio de que as poupanças domésticas saíssem da esfera exclusiva da Generali.
Mais recentes
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas
- DECO considera positivo o reforço das exigências ao nível da taxa de esforço no crédito à habitação