2 min leitura
Venda secundária de ações da Revolut coloca avaliação da empresa acima de 100 mil milhões
Uma valorização de 100,7 mil milhões implica uma subida superior a 53% face à venda secundária de ações levada a cabo pela Revolut no final de 2025.
22 Jul 2026 - 17:02
2 min leitura
Foto Revolut
Mais recentes
- Prolongamento da instabilidade social e política pode aumentar aversão ao risco e retirar confiança aos mercados europeus
- René Petersen: “Algumas das empresas mais interessantes da Europa atualmente são pequenas e médias empresas especializadas”
- Um Orçamento posto em sossego
- Supervisão alemã revoga licença bancária de instituição iraniana e ordena a sua liquidação
- RedCoin: a primeira stablecoin do HSBC
- Banco de Portugal e Banco de Espanha vão desenvolver Programa de Cooperação sobre Criptografia Pós-Quântica
Foto Revolut
A Revolut iniciou uma venda secundária de ações, confirmou fonte oficial da empresa à Reuters nesta quarta-feira. Segundo avança a Bloomberg, citando um memorando aos colaboradores, cada ação está a ser transacionada por 1766 euros, colocando a avaliação global do banco digital em 100,7 mil milhões de euros.
O neobanco britânico recusou comentar sobre os detalhes da venda e indicou que a empresa dará atualizações assim que o processo estiver concluído. Segundo notícias que surgiram no mês passado, recorda a Reuters, a Revolut pretende vender, pelo menos, perto de 657 milhões em ações.
Este tipo de vendas permite aos colaboradores e investidores iniciais vender as suas participações antes de a empresa entrar em bolsa, algo que o CEO da Revolut, Nik Storonsky, já atirou para 2028, no mínimo.
No ano passado, o banco digital levou a cabo um processo igual que resultou numa avaliação de 65,7 mil milhões (câmbio atual). Uma valorização de 100,7 mil milhões implica uma subida superior a 53% em cerca de um ano.
O valor atingido em 2025 colocou a empresa, fundada em 2015, acima de bancos tradicionais e há muito presentes no mercado, como o Barclays ou o Société Générale.
Mais recentes
- Prolongamento da instabilidade social e política pode aumentar aversão ao risco e retirar confiança aos mercados europeus
- René Petersen: “Algumas das empresas mais interessantes da Europa atualmente são pequenas e médias empresas especializadas”
- Um Orçamento posto em sossego
- RedCoin: a primeira stablecoin do HSBC
- Banco de Portugal e Banco de Espanha vão desenvolver Programa de Cooperação sobre Criptografia Pós-Quântica
- American Express dispensa 3.800 colaboradores