3 min leitura
99% do consumo elétrico do BBVA em 2025 foi sustentado por energia renovável
O BBVA aprovou o seu plano para 2026-2030 e atualizou as suas metas. O banco pretende atingir os 100% de energia renovável "em breve".
13 Mai 2026 - 17:45
3 min leitura
Foto: BBVA
Mais recentes
- Mercados financeiros querem projeto-piloto de DLT alargado para 50 mil milhões de euros
- 99% do consumo elétrico do BBVA em 2025 foi sustentado por energia renovável
- Sete maiores bancos europeus têm uma exposição de 108 mil milhões ao crédito privado
- Neobanco neerlandês bunq pede licença bancária no México
- São os mais velhos que estão a puxar pelo mercado de trabalho
- MB | Mercado Bitcoin lança ‘token’ de ativos reais para investimento mínimo de 50 euros
Foto: BBVA
O consumo elétrico do BBVA em 2025 foi quase todo alimentado por energias renováveis, segundo revelou o banco espanhol nesta quarta-feira. As energias renováveis foram responsáveis por 99% do consumo e a instituição espera atingir 100% “em breve”.
O BBVA aprovou ainda o seu 2026-2030 Global Eco-efficiency Plan, “com metas mensuráveis para reduzir o impacto ambiental das suas atividades diretas”. Este novo plano, acrescenta em comunicado, vai além do anterior, cujos objetivos foram atingidos dois anos antes do previsto.
A par do consumo elétrico, o BBVA conseguiu reduções a dois dígitos em vários indicadores. “Desde 2019, o banco reduziu as emissões de scope 1 e scope 2 de CO2 em 83% e cortou o consumo de eletricidade por colaborador em 22%”, realça. O consumo de energia baixou 19% e o de água 36%. Já o consumo de papel caiu 44% e o desperdício líquido baixou 36%. “Mais ainda, o espaço com certificado ambiental atingiu 62%, ultrapassando largamente os 45% almejados” no plano anterior, salienta.
Olhando para as metas estabelecidas no novo plano, o BBVA quer atingir os já referidos 100% em consumo elétrico alimentado por fontes renováveis e reduzir o consumo de eletricidade por colaborador em 7% até 2030, bem como o consumo energético. O banco pretende diminuir o consumo de água por trabalhador em 8% e o de papel em 10%. O desperdício líquido por pessoa, espera, deve cair 23%.
No que diz respeito às emissões carbónicas, o BBVA quer acabar com as emissões de scope 2 até 2030 e baixar em 8% as de scope 1. Já as de scope 3.5 devem cair 30%. A percentagem de espaço com certificado ambientar deve aumentar para 67%.
“Esta abordagem reforça o nosso compromisso com uma gestão imobiliária mais eficiente, recorrendo à tecnologia e a normas cada vez mais rigorosas”, aponta o diretor de Instalações e Serviços do BBVA, Alberto Agustín. “Partimos de uma base muito sólida, com progressos significativos em todos os indicadores. Agora, vamos dar mais um passo em frente e elevar as nossas ambições para continuar a reduzir o consumo e as emissões em toda a nossa rede imobiliária”, reforça.
O BBVA destaca que o seu novo plano assenta em cinco pilares principais: energia renovável, eficiência energética, mobilidade sustentável, gestão de desperdício e resíduos e descarbonização das operações.
Mais recentes
- Mercados financeiros querem projeto-piloto de DLT alargado para 50 mil milhões de euros
- 99% do consumo elétrico do BBVA em 2025 foi sustentado por energia renovável
- Sete maiores bancos europeus têm uma exposição de 108 mil milhões ao crédito privado
- Neobanco neerlandês bunq pede licença bancária no México
- São os mais velhos que estão a puxar pelo mercado de trabalho
- MB | Mercado Bitcoin lança ‘token’ de ativos reais para investimento mínimo de 50 euros