1 min leitura
Clientes descontentes com os serviços online e móvel do HSBC
Impossibilidade de acesso às contas e milhares de pagamentos e recebimentos sem concretização
27 Ago 2025 - 15:09
1 min leitura
Foto: Pexels
Mais recentes
- MPS aponta subvalorização e incerteza na OPA do Intesa Sanpaolo
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
Foto: Pexels
A funcionalidade de banca online e móvel do banco britânico HSBC e da sua marca First Direct esteve praticamente indisponível nesta terça-feira. Vários clientes recorreram às redes sociais para manifestar o seu descontentamento, relatando que não conseguiam aceder às suas contas e que pagamentos processados e créditos recebidos não estavam a ser registados.
Na rede social X, o First Direct reconheceu os problemas, explicando que tinha várias equipas a trabalhar na sua resolução. No entanto, até meio da tarde as dificuldades persistiam.
Esta não é a primeira vez que o First Direct e o HSBC enfrentam problemas nos seus sistemas informáticos. Tanto em 2024 como em 2023, o First Direct sofreu interrupções significativas nos serviços de homebanking e banca móvel.
Já o HSBC registou a sua maior falha em 2015, quando milhares de trabalhadores britânicos ficaram impedidos de receber o salário devido a um erro eletrónico no serviço de pagamentos às empresas. Além dos salários, também pagamentos a fornecedores foram afetados, levando ao encerramento temporário do serviço de pagamentos online.
Mais recentes
- MPS aponta subvalorização e incerteza na OPA do Intesa Sanpaolo
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor