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Consórcio europeu Qivalis triplica número de bancos aderentes para lançar ‘stablecoin’
Espanha destaca-se como a geografia mais presente no consórcio, com sete bancos, seguida pela Itália, com quatro. Lançamento da 'stablecoin' prevista para a segunda metade de 2026.
20 Mai 2026 - 15:44
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O consórcio Qivalis acabou de triplicar o número de bancos que pretendem lançar em conjunto uma ‘stablecoin’ indexada ao euro. São agora 37 instituições bancárias de 15 países europeus a remarem no sentido de lançar este ativo digital na segunda metade de 2026.
Entre os bancos aderentes, Espanha destaca-se com cinco: o Banco Sabadell – que já tinha anunciado a sua entrada no início do mês, mas que se junta agora formalmente – ABANCA, Bankinter, Cecabank e Kutxabank. Dos Países Baixos surgem o ABN Amro e o Rabobank e de França o Groupe BPCE e o Crédit Mutuel.
Juntam-se ainda o maior banco de Itália, o Intesa Sanpaolo, e o BPER. O National Bank of Greece e o Piraeus Bank aderiram também, bem como o Swedbank e o Handelsbanken da Suécia. Da Finlândia juntam-se o Nordea Bank e o OP Pohjola. Aderiram também ao consórcio os irlandeses AIB e Bank of Ireland.
Constam ainda da lista o polaco Bank Pekao, o Spuerkeess do Luxemburgo, o austríaco Erste Group, o alemão Helaba, o dinamarquês Jyske Bank e o Landsbankinn, da Islândia.
Numa publicação no LinkedIn, a Qivalis sublinha que não está apenas a construir uma ‘stablecoin’ do euro, mas a estabelecer as bases do sistema financeiro europeu do futuro. A instituição realça que estas entidades estão “unidas com uma missão partilhada: garantir que o euro tem uma presença nativa e regulamentada na cadeia de blocos no sistema financeiro tokenizado”.
A instituição garante que está a construir uma ‘stablecoin’ que respeita o MiCA e é supervisionada pelo banco central dos Países Baixos, onde o consórcio está sediado. “A Qivalis vai emitir um ‘token’ dentro de um ecossistema inteiramente liderado por bancos e que segue as regulações europeias, assegurando que as empresas europeias vão poder fazer transações em euros em bloco desde o primeiro dia”, assegura.
“A arquitetura do sistema operacional financeiro do futuro está a ser construída hoje. A tecnologia ‘blockchain’ cria novas oportunidades de inovação, eficiência e mercados de ativos digitais. As empresas e os clientes europeus devem beneficiar de tudo isto. Para tal, é necessária uma infraestrutura de pagamentos em cadeia de blocos de confiança”, reitera o consórcio.
Estes 25 novos membros juntam-se ao conjunto que já integra o BBVA, BNP Paribas, CaixaBank, Danske Bank, Deka Bank, DZ Bank, ING, KBC, Raiffeisen Bank, SEB, Banca Sella e UniCredit.
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