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Crédito habitação até aos 35 anos triplica no Banco Montepio e representa 65% do financiamento com impacto social

Dos 1,08 mil milhões mobilizados pelo Banco Montepio para o impacto social, perto de 700 milhões foram para crédito à habitação para jovens, onde se incluem os empréstimos com recurso à garantia pública.

20 Mai 2026 - 17:27

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O Banco Montepio mobilizou, em 2025, 1,08 mil milhões de euros com intenção de impacto social, um aumento de 49% em termos homólogos. Deste valor, 696,2 milhões dizem respeito a crédito à habitação concedido a jovens até aos 35 anos, o que equivale a 64,5% do total.

Isto inclui os empréstimos concedidos ao abrigo da garantia pública jovem para a habitação. O crédito concedido para as pessoas desta faixa etária cresceu 204% face a 2024, informa o Relatório de Impacto Social 2025 divulgado nesta quarta-feira.

Este segmento do crédito à habitação está englobado num “eixo estratégico” maior, de 977,9 milhões, denominada “acesso à habitação própria e permanente”. Neste conjunto incluem-se também 91,9 milhões destinados a agregados de baixo rendimento, 170,2 milhões para zonas de baixa densidade populacional e 19,6 milhões para pessoas com deficiência. Este financiamento abrangeu, no total, perto de 5000 agregados familiares.

O eixo do “financiamento da economia social e solidária” contribuiu com 94,2 milhões para a economia social e solidária e 2,7 milhões em microcrédito. Já o terceiro eixo, “pilar pessoas”, concedeu créditos no valor de 4,2 milhões, atribuiu 400 mil euros em donativos e mobilizou 19 mil euros par o programa ColorADD nas escolas e 17 mil euros para a monetização do voluntariado corporativo.

O Banco Montepio indica que o valor canalizado através do microcrédito contribuiu para viabilizar 133 projetos e para criar ou manter 185 postos de trabalho. A instituição apoiou ainda programas de promoção do sucesso escolar.

Segundo explica o Banco Montepio, o financiamento à economia social e solidária apoiou 3760 entidades “através de condições diferenciadas de produtos e serviços dirigidos ao setor”. “Deste universo, o financiamento concedido a entidades da Economia Social e Solidária com finalidade exclusivamente social, no montante aproximado de 94 milhões de euros, contribui para impactar mais de 465 mil pessoas apoiadas por estas organizações”, acrescenta.

“O Relatório de Impacto Social 2025 aprofunda o trabalho iniciado com as primeiras análises de impacto publicadas no Relatório de Sustentabilidade de 2023 e posteriormente reforçadas nos exercícios seguintes, posicionando o Banco Montepio entre as instituições financeiras europeias que adotam práticas avançadas de reporte social e avaliação de impacto”, salienta a entidade em comunicado.

A instituição bancária informa ainda que “o exercício de medição de impacto segue a metodologia da Teoria da Mudança e encontra-se alinhado com referências internacionais como o sistema de métricas IRIS+, desenvolvido pelo Global Impact Investing Network, as European Sustainability Reporting Standards e a Taskforce on Inequality and Social-Related Financial Disclosures, iniciativa internacional da qual o Banco Montepio foi um dos primeiros subscritores”.

O CEO do Banco Montepio, Pedro Leitão, acredita que “este relatório demonstra que tratamos o impacto social com o mesmo nível de exigência, rigor e ‘accountability’ com que avaliamos os restantes indicadores de desempenho do banco”. “Cada entidade da economia social apoiada, cada família com acesso a habitação estável e cada posto de trabalho criado ou preservado traduz, de forma concreta, o propósito que continua a orientar o Banco Montepio”, remata.

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