Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

Espanha e Países Baixos vão disputar a presidência do BCE

Presidente do Eurogrupo, Kyriakos Pierrakakis, confirma que os dois únicos candidatos são Pablo Hernández de Cos e Klaas Knot

06 Nov 2026 - 16:30

2 min leitura

BCE sede | Foto ecb multimedia

Autor

Partilhar

BCE sede | Foto ecb multimedia

O próximo presidente do Banco Central Europeu (BCE) será espanhol ou neerlandês. Terminado o prazo para a apresentação de candidaturas, o presidente do Eurogrupo, Kyriakos Pierrakakis, confirmou, em comunicado revelado nesta sexta-feira, que «Pablo Hernández de Cos e Klaas Knot são os dois nomes propostos pelos Estados-membros para suceder a Christine Lagarde na presidência do BCE». O Eurogrupo vai analisar as candidaturas na próxima segunda-feira, 9 de novembro.

Espanha e Países Baixos são os dois países que avançaram com candidaturas à presidência do BCE, na sequência da saída antecipada de Christine Lagarde. Pablo Hernández de Cos, antigo governador do Banco de Espanha, e Klaas Knot, antigo presidente do Banco Central dos Países Baixos, são os dois nomes recebidos pelo presidente do Eurogrupo dentro do prazo estabelecido, que terminou nesta sexta-feira, 6 de novembro.

Em comunicado, o presidente do Eurogrupo anunciou que recebeu duas indicações para o cargo e que o processo de sucessão será analisado na próxima reunião dos ministros das Finanças da zona euro, agendada para segunda-feira, 9 de novembro.

A abertura do processo surgiu depois de Christine Lagarde ter informado, a 29 de outubro, a presidente do Conselho Europeu da sua intenção de renunciar ao cargo até 7 de fevereiro de 2027, antecipando o fim do seu mandato.

A escolha do sucessor será feita pelo Conselho Europeu, mediante recomendação do Conselho da União Europeia. A decisão exige uma maioria qualificada reforçada dos Estados-membros da zona euro: o apoio de, pelo menos, 72% dos países da moeda única, correspondente a 16 dos 21 Estados-membros, que representem, em conjunto, pelo menos 65% da população da área do euro.

Antes da decisão final, serão ainda consultados o BCE e o Parlamento Europeu, de acordo com o procedimento previsto no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia.

A sucessão de Lagarde deverá, assim, entrar numa fase decisiva nas próximas semanas, num processo que determinará quem ficará à frente da instituição responsável pela política monetária da zona euro a partir de fevereiro de 2027.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade