2 min leitura
Intermediários de Crédito discutem novas regras
Existem cerca de seis mil intermediários de crédito registados no Banco de Portugal que vão ver alteradas as regras da sua atividade
15 Out 2025 - 07:30
2 min leitura
Foto: Unsplash
Mais recentes
- BCE dá luz verde à criação de um “superpolícia” para as bolsas europeias
- Santander lança plataforma criativa “Começos Imperfeitos”
- Comissária quer “licença única” para os serviços financeiros
- Caixa Agrícola de Torres Vedras integra projeto do Campus de Saúde e reforça aposta no desenvolvimento regional
- Mercado Bitcoin lança assistente virtual “Vera”
- Aprovadas multas até 22.500 euros para prestadores de serviços de criptoativos que não prestem informações ao Fisco
Foto: Unsplash
Existem cerca de seis mil intermediários de crédito registados no Banco de Portugal. Em 2024, estes profissionais foram responsáveis pela concessão de 57,4% do crédito à habitação, cerca de metade do crédito ao consumo e mais de 80% do crédito automóvel.
Por categoria, cerca de 60% exercem a atividade a título acessório (como, por exemplo, a FNAC, que oferece financiamento aos clientes para a compra dos seus produtos) e quase 40% são vinculados, sendo os intermediários não vinculados residuais.
Quanto ao tipo de crédito, mais de 60% trabalham com crédito ao consumo, pouco mais de 20% com crédito à habitação e cerca de 15% atuam em ambos os segmentos.
Todo este universo vai ver alteradas as regras que regem a sua atividade. A revisão do regime jurídico dos intermediários de crédito surge num momento de maior maturidade do setor e procura responder a três desafios centrais: simplificar regras e procedimentos, reforçar a transparência nas relações entre intermediários, mutuantes e consumidores, e aumentar a confiança no mercado.
Estes temas estarão hoje em discussão na 3.ª Convenção Nacional dos Intermediários de Crédito, que se realiza no Centro de Congressos de Lisboa. “Esta convenção acontece num momento decisivo para a profissão. A revisão do Regime Jurídico dos Intermediários de Crédito deve ser uma oportunidade para reforçar a confiança dos consumidores, clarificar regras de atuação e garantir que o setor responde com qualidade, transparência e profissionalismo”, afirma Tiago Vilaça, presidente da Associação Nacional dos Intermediários de Crédito Autorizados (ANICA).
Mais recentes
- BCE dá luz verde à criação de um “superpolícia” para as bolsas europeias
- Santander lança plataforma criativa “Começos Imperfeitos”
- Comissária quer “licença única” para os serviços financeiros
- Caixa Agrícola de Torres Vedras integra projeto do Campus de Saúde e reforça aposta no desenvolvimento regional
- Mercado Bitcoin lança assistente virtual “Vera”
- Aprovadas multas até 22.500 euros para prestadores de serviços de criptoativos que não prestem informações ao Fisco