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Lucro do ABANCA nos 207,5 milhões no primeiro trimestre de 2026

Operações em Portugal contribuíram com 25,7 milhões (12,4% do resultado total)

28 Abr 2026 - 11:34

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Foto: ABANCA

Foto: ABANCA

O ABANCA obteve, no primeiro trimestre de 2026, um resultado líquido atribuível de 207,5 milhões de euros, com uma rentabilidade ROTE de 13,2%. A operação em Portugal contribuiu com 25,7 milhões de euros (12,4% dos lucros totais).

Segundo um comunicado do ABANCA revelado nesta terça-feira, “o crédito a famílias e empresas aumentou 4%, enquanto os recursos de clientes cresceram 5,2%. Outras linhas de negócio, como a distribuição de fundos de investimento e de pensões, seguros ou meios de pagamento, registaram também um desempenho muito relevante e superior à média do setor”.

“Os fundos de investimento cresceram 27,1% no ABANCA (face a 13% no setor), os seguros do ramo não vida aumentaram 24,7% (face a 8,9%) e as operações em meios de pagamento cresceram 12,1% (face a 8,3%). Como resultado, a quota de mercado em recursos fora do balanço aumentou 21 pontos base”, refere a instituição.

O ABANCA captou mais de 37.000 novos clientes no primeiro trimestre do ano, um crescimento 2% superior ao registado no mesmo período do ano anterior. 71% das novas captações provêm de geografias onde o banco não é líder de mercado.

A instituição espanhola refere que “este crescimento é acompanhado por um plano ambicioso de iniciativas para reforçar a qualidade de serviço, refletido num aumento de dois pontos no índice IPN (Índice de Promoção Líquida), que atinge os 46 pontos. Além disso, três em cada quatro novos clientes classificam a sua relação com o banco com uma pontuação de nove ou superior (numa escala de 10)”.

O volume de negócio gerido pelo ABANCA supera os 138.000 milhões de euros, mais 6,5% face a março de 2025. O crédito a clientes atingiu 54.332 milhões de euros, enquanto os recursos totais ascenderam a 83.795 milhões de euros.

A carteira de crédito em situação regular cresceu 9%, sendo maioritariamente composta por empresas e famílias (84%). O crédito ao setor privado aumentou 4% em termos homólogos.

A captação de recursos de clientes cresceu 5,2% face ao período homólogo, atingindo 83.795 milhões de euros. Por tipologia, 76% correspondem a depósitos (à ordem e a prazo) e 24% a recursos fora do balanço (fundos de investimento, pensões e seguros de poupança).

Os depósitos de clientes superam os 63.000 milhões de euros, após um crescimento de 1,3%. A carteira apresenta um perfil claramente de retalho: 94% dos depósitos pertencem a famílias e empresas, maioritariamente com saldos inferiores a 100.000 euros.

Os recursos fora do balanço continuam a crescer, atingindo 20.519 milhões de euros no final do trimestre, um aumento de 19,3% em termos homólogos.

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