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Sustainable Fitch mantém ‘rating’ ESG corporativo do Crédito Agrícola em 2
Além da manutenção do 'rating', a Sustainable Fitch atualizou a pontuação global do banco, subindo de 64 para 65.
27 Out 2026 - 16:21
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Foto Crédito Agrícola
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Foto Crédito Agrícola
O Crédito Agrícola manteve o ‘rating’ ESG corporativo atribuído pela Sustainable Fitch em 2, numa escala de 1 a 5, sendo 1 a melhor classificação. Ao mesmo tempo, a entidade da agência de notação financeira melhorou a pontuação global do banco português, de 64 para 65.
“Esta avaliação reflete os progressos alcançados pelo grupo no reporte de sustentabilidade, nas práticas operacionais, nas políticas de exclusão setorial e no crescimento da atividade de financiamento e investimento sustentáveis, evidenciando a integração crescente dos princípios ESG na sua atividade e modelo de negócio”, sublinha o Crédito Agrícola.
Segundo o banco, a avaliação da Sustainable Fitch reconhece as “características diferenciadoras do modelo de banca cooperativa do Crédito Agrícola, assente numa relação de proximidade com as famílias, as PME e os territórios onde opera”. A instituição argumenta que este modelo contribui para a inclusão financeira, apoia o desenvolvimento económico local e reforça o compromisso com assuntos como direitos humanos, condições laborais e envolvimento com a comunidade.
Olhando para os pilares social, ambiental e governação, a Sustainable Fitch destaca, segundo o banco, a “proximidade histórica” às comunidades a as iniciativas de inclusão financeira, no plano social, a transição para uma economia de emissões líquidas nulas, na vertente ambiental, e ainda a estrutura de gestão a dois níveis da instituição, no âmbito da governação.
Mais ainda, o Crédito Agrícola realça, no plano social, a sua presença no território nacional, nomeadamente nos municípios de baixa densidade, estando presente em 95% dos mesmos, adianta, e as suas 257 agências em localidades onde não há mais instituições de crédito. Estas correspondem a 41,7% da rede comercial. Dentro do plano social, a avaliação também reconhece o equilíbrio de género na organização, onde as mulheres são 52% dos colaboradores do grupo.
No domínio ambiental, o banco sublinha as metas definidas para 2030 de redução das emissões operacionais e financiadas em oito setores de elevada intensidade carbónica. “A avaliação destaca ainda a divulgação abrangente das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) e do consumo de recursos, bem como o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica nos âmbitos 1 e 2 e de reduzir em 33% as emissões operacionais do âmbito 3 até 2030”, acrescenta.
No plano da governação, além da estrutura dividida, o Crédito Agrícola destaca ainda a representação feminina de 37,5% e o peso dos membros independentes, que atinge 55%.
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