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Citigroup pondera serviços de custódia e pagamentos com ‘stablecoins’
O banco norte-americano está a estudar apoiar emissões de ‘stablecoins’ e fundos ligados a ativos digitais, após nova lei favorável do Congresso dos EUA.
18 Ago 2025 - 08:32
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O Citigroup está a explorar a prestação de serviços de custódia de ‘stablecoins’, disse um alto executivo à Reuters, na sequência das mudanças de política em Washington que estão a incentivar as grandes instituições financeiras a expandirem-se para o setor das criptomoedas.
Recorde-se que no passado mês de julho Donald Trump assinou o Genius Act, uma lei que cria um regime regulatório a nível nacional para criptomoedas indexadas ao dólar. Trata-se de um marco histórico que abre caminho para que os ativos digitais se tornem uma forma quotidiana de realizar pagamentos e movimentar dinheiro.
“Oferecer serviços de custódia para os ativos de alta qualidade que sustentam as stablecoins é a primeira opção que estamos a considerar”, afirmou Biswarup Chatterjee, responsável global de parcerias e inovação na divisão de serviços do Citigroup, à Reuters.
O Citi está também a analisar a custódia de ativos digitais utilizados em ETF de criptomoedas, um mercado que se expandiu desde que os reguladores autorizaram produtos financeiros ligados ao preço da Bitcoin. Atualmente, a Coinbase domina a custódia deste tipo de fundos, incluindo os maiores ETF de Bitcoin no mercado.
Apesar de uma maior abertura regulatória, Chatterjee sublinha que o banco terá de garantir que a custódia de ativos digitais assegura a legitimidade das transações e cumpre requisitos de segurança cibernética, prevenção de branqueamento de capitais e controlo de fluxos internacionais.
Um estudo da McKinsey estima que já foram emitidos cerca de 250 mil milhões de dólares em ‘stablecoins’, embora estas sejam utilizadas sobretudo para liquidar transações de criptomoedas.
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