2 min leitura
Cláudia Teixeira de Almeida é a nova diretora de Sustentabilidade do BPI
A nova dirigente vai liderar uma das áreas estratégicas do banco. O BPI tem o Plano de Banca Sustentável 2025 2027, em que uma das metas é alcançar 4.4 mil milhões de euros de financiamento sustentável até 2027.
10 Fev 2025 - 14:02
2 min leitura
Cláudia Teixeira de Almeida diretora de Sustentabilidade do BPI | Foto Jornal PT50Rigby
Mais recentes
- A próxima geração de clientes herda o património, mas não o gestor dos pais
- Teresa Cardoso de Menezes: “O mais difícil de construir e replicar não é o algoritmo, mas a qualidade, profundidade e governação dos dados que o alimentam”
- Duas subidas e uma (ligeira) queda: Portugal mantém três programas no ‘ranking’ de Executive MBA do FT
- Isabel Ucha: «Esperemos que Portugal possa aprender com os exemplos da Irlanda, de Espanha e da Grécia nas Contas Poupança Investimento»
- Banca tradicional está (pouco) mais preparada para enfrentar fraudes no futuro do que as ‘fintechs’
- Onde se escondeu o Fundo Soberano?
Cláudia Teixeira de Almeida diretora de Sustentabilidade do BPI | Foto Jornal PT50Rigby
O BPI acaba de nomear Cláudia Teixeira de Almeida como diretora executiva de Sustentabilidade.
A partir de 17 de fevereiro, a profissional vai liderar uma das áreas estratégicas prioritárias do BPI, que aprovou o seu Plano de Banca Sustentável 2025 2027. Entre as metas definidas, o Banco propõe-se alcançar os 4.4 mil milhões de euros em volume de financiamento sustentável até 2027, contribuindo para impulsionar a descarbonização do tecido empresarial.
Licenciada em Gestão de Empresas pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Cláudia Teixeira de Almeida frequentou programas executivos na Stanford University (EUA), Insead (França) e na The International Faculty of Finance (Londres). Foi também docente na Universidade Lusíada do Porto e no Instituto Superior de Gestão Bancária.
Com um percurso de mais de 30 anos no BPI, Cláudia Teixeira de Almeida passou também pelas direções de Fusões & Aquisições, de Corporate Finance e de Marketing de Empresas e Negócios. Entre 2021 e 2022 foi administradora não executiva da Companhia de Seguros Allianz Portugal, S.A e, entre 2020 e 2021, membro do Conselho Geral e de Supervisão da Portugal Capital Ventures – Sociedade de Capital de Risco, S.A.
Até agora, era diretora executiva da Direção de Contabilidade e Planeamento do banco, responsável pela informação contabilística e financeira e pela construção, e monitorização, do Plano Estratégico.
Mais recentes
- A próxima geração de clientes herda o património, mas não o gestor dos pais
- Teresa Cardoso de Menezes: “O mais difícil de construir e replicar não é o algoritmo, mas a qualidade, profundidade e governação dos dados que o alimentam”
- Duas subidas e uma (ligeira) queda: Portugal mantém três programas no ‘ranking’ de Executive MBA do FT
- Isabel Ucha: «Esperemos que Portugal possa aprender com os exemplos da Irlanda, de Espanha e da Grécia nas Contas Poupança Investimento»
- Banca tradicional está (pouco) mais preparada para enfrentar fraudes no futuro do que as ‘fintechs’
- Onde se escondeu o Fundo Soberano?