2 min leitura
Queda das tecnológicas americanas arrasta fundo soberano da Noruega para prejuízo de 58,3 mil milhões no 1.º trimestre
O fundo soberano da Noruega explica que a desvalorização destas ações está por detrás do tombo, com a valorização da coroa norueguesa a contribuir também.
23 Abr 2026 - 11:25
2 min leitura
Foto: Norges Bank
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas
Foto: Norges Bank
O Fundo de Pensões Global do Estado norueguês, que investe as receitas de gás e petróleo deste país nórdico no exterior, anunciou nesta quinta-feira uma perda líquida de 636 mil milhões de coroas (58,26 mil milhões de euros) no primeiro trimestre. A queda das ações de empresas tecnológicas norte-americanas foi determinante nos investimentos daquele que é considerado o maior fundo soberano do mundo, que obtiveram um rendimento médio negativo de 1,9%.
“O resultado reflete um trimestre com condições de mercado exigentes. Vimos um impacto limitado na renda fixa e propriedades imobiliárias, mas foi a queda nas ações, principalmente entre as grandes tecnológicas norte-americanas, que determinou o resultado”, explicou num comunicado o Norges Bank Investment Management (NBIM), o banco público que gere o fundo.
A coroa norueguesa valorizou-se em relação às principais moedas, o que contribuiu para uma perda de valor do fundo de 646 mil milhões de coroas norueguesas (59,18 mil milhões de euros).
O fundo tinha em 31 de março passado um valor de quase 20 biliões de coroas (1,8 biliões de euros).
Cerca de 70,2% da carteira do fundo está investido em ações, 27,6% em obrigações, 1,8% no setor imobiliário e 0,4% em infraestrutura de energias renováveis.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas