1 min leitura
Governo espera arrecadar mais 3,6 mil milhões em Certificados de Aforro
Desmaterialização destes títulos de dívida arranca em janeiro
09 Out 2025 - 16:02
1 min leitura
Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
Mais recentes
- ‘Too big to fail’: Suíça apresenta regulação que obriga UBS a arranjar mais 17 mil milhões em capital
- CMVM responde à ESMA que cumpre todas as orientações do Regulamento MiCA sobre criptoativos
- Warsh e Santos Pereira: a supervisão do supervisor no dia da Liberdade
- Banco de Portugal faz sérios avisos nas prioridades microprudenciais para 2026
- Autoridades Europeias de Supervisão publicam relatório conjunto sobre o ano de 2025
- 17 supervisores mundiais lançam caça a “influenciadores financeiros” ilegais
Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
O Governo espera arrecadar, em 2026, mais 3,6 mil milhões de euros através dos Certificados de Aforro. Segundo a proposta de Orçamento do Estado entregue esta quinta-feira no Parlamento, o executivo prevê que o montante total destes instrumentos de dívida pública de retalho atinja os 43,9 mil milhões de euros no próximo ano.
Neste âmbito, o Governo já legislou no sentido da atualização e adaptação dos Certificados de Aforro, promovendo a sua desmaterialização — processo que terá início em janeiro de 2026 — à semelhança do que aconteceu com as séries mais recentes.
“Durante o ano de 2026, o saldo vivo de Certificados de Aforro e de Certificados do Tesouro deverá aumentar 0,9 mil milhões de euros, em resultado do efeito de capitalização de juros do saldo atual”, refere o Orçamento.
Mais recentes
- ‘Too big to fail’: Suíça apresenta regulação que obriga UBS a arranjar mais 17 mil milhões em capital
- CMVM responde à ESMA que cumpre todas as orientações do Regulamento MiCA sobre criptoativos
- Warsh e Santos Pereira: a supervisão do supervisor no dia da Liberdade
- Banco de Portugal faz sérios avisos nas prioridades microprudenciais para 2026
- Autoridades Europeias de Supervisão publicam relatório conjunto sobre o ano de 2025
- 17 supervisores mundiais lançam caça a “influenciadores financeiros” ilegais