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JPMorgan com queda de 17% no lucro do segundo trimestre para 12,82 mil milhões de euros
As receitas totais do JPMorgan foram de 39,1 mil milhões. O banco teve um aumento na concessão de créditos e a rentabilidade manteve-se em 18%.
15 Jul 2025 - 12:57
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Foto: JPMorgan Londres
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Foto: JPMorgan Londres
O banco norte-americano JPMorgan fechou o segundo trimestre com um lucro de 12,82 mil milhões de euros, acima dos 12,52 mil milhões do trimestre anterior, mas 17% abaixo dos 15,52 mil milhões registados no período homólogo. A descida ocorreu apesar do aumento anual da margem financeira, na ordem dos 2,2%, para 20,12 mil milhões.
O maior banco americano reportou receitas totais de 39,1 mil milhões de euros entre abril e junho, menos 1% do que no primeiro trimestre e 10% abaixo do mesmo período de 2024. As receitas não resultantes de juros ascenderam a 19,16 mil milhões, menos 20% do que no ano anterior. Já as despesas operacionais do banco totalizaram 20,34 mil milhões, um aumento de 1% em relação em cadeia, mas estável em relação ao ano anterior.
Os créditos concedidos pelo JPMorgan ascendem a 1,2 biliões de euros, mais 5% do que em 2024 e mais 3% face ao trimestre passado. Do lado dos depósitos, estes tiveram um crescimento anual de 6% para 2,14 mil milhões.
Olhando para a rentabilidade do banco, este teve um ROE de 18% no segundo trimestre, tal como no primeiro. Contudo, isto implica uma queda de 5 pontos percentuais (pp) em termos homólogos. Por sua vez, o lucro por ação fixou-se em 4,48 euros, mais 15 cêntimos do que no trimestre anterior, mas 75 cêntimos a menos do que em junho de 2024.
No que diz respeito à capitalização do JPMorgan, este apresentou um rácio CET1 de 15%, uma descida de 0,4 pp em cadeia e de 0,3 pp em termos anuais. O LCR mantém-se estável em 113%, 1 pp acima de há um ano.
O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, salienta a resiliência da economia norte-americana e elogia a potencial desregulação que pode estar a caminho. No entanto, o líder do banco não ignora a persistência de “riscos significativos”, relacionados com as tarifas e a incerteza do mercado, que levam a “piores condições geopolíticas, défices fiscais e preços de ativos elevados”. “Como sempre, esperamos o melhor, mas preparamos a empresa para uma grande variedade de cenários”, garante Dimon.
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