2 min leitura
Mercado de Eurobonds desmaterializado
Emissões digitais começam no primeiro trimestre de 2026
25 Set 2025 - 17:23
2 min leitura
Foto: Adobe Stock/diy13
Mais recentes
- Bancários convocam greve para 30 de novembro em protesto por aumentos de 2%
- Preço das casas é principal vulnerabilidade do setor financeiro português
- SIBS preparada para implementar o euro digital no sistema de pagamentos
- Paulo Macedo vê resiliência do sistema financeiro português como “consequência positiva” da regulação
- Catástrofes naturais causam perdas de 93,2 mil milhões de euros às seguradoras
- Álvaro Santos Pereira: “A resiliência não pode ser dada como garantida. É um trabalho contínuo”
Foto: Adobe Stock/diy13
Os principais Depositários Centrais Internacionais de Títulos (ICSDs) vão desmaterializar a emissão de Eurobonds a partir do primeiro trimestre de 2026, anunciou esta quinta-feira a Euroclear em comunicado. Em conjunto com a Clearstream, a instituição refere que estará preparada para dar suporte à emissão de Eurobonds em formato desmaterializado, eliminando a necessidade de certificados em papel e assinalando um marco na adoção da automação e de novas tecnologias em todo o ciclo de vida destes instrumentos.
Os Eurobonds representam o terceiro maior mercado de dívida do mundo, com um valor atual de 14 biliões de euros. Ao digitalizar o mercado, a Clearstream e a Euroclear prometem gerar benefícios substanciais para os participantes, com negociações mais rápidas e eficientes, menores custos operacionais, maior segurança contra perda, roubo ou falsificação, bem como total transparência, através de um registo eletrónico de propriedade acessível.
Estas iniciativas lançam as bases para um mercado de Eurobonds totalmente digital. Isabelle Delorme, diretora de Estratégia de Produtos e Inovação da Euroclear, afirmou: “Esta iniciativa conjunta representa um marco significativo para o mercado de Eurobonds e para o setor em geral. Ao adotar a transformação digital, estamos a criar benefícios reais para os nossos clientes e a moldar um mercado mais eficiente, seguro e sustentável, mantendo os Eurobonds na vanguarda da inovação.”
Mais recentes
- Bancários convocam greve para 30 de novembro em protesto por aumentos de 2%
- Preço das casas é principal vulnerabilidade do setor financeiro português
- SIBS preparada para implementar o euro digital no sistema de pagamentos
- Paulo Macedo vê resiliência do sistema financeiro português como “consequência positiva” da regulação
- Catástrofes naturais causam perdas de 93,2 mil milhões de euros às seguradoras
- Álvaro Santos Pereira: “A resiliência não pode ser dada como garantida. É um trabalho contínuo”