2 min leitura
Mercado de Eurobonds desmaterializado
Emissões digitais começam no primeiro trimestre de 2026
25 Set 2025 - 17:23
2 min leitura
Foto: Adobe Stock/diy13
Mais recentes
- ‘Too big to fail’: Suíça apresenta regulação que obriga UBS a arranjar mais 17 mil milhões em capital
- CMVM responde à ESMA que cumpre todas as orientações do Regulamento MiCA sobre criptoativos
- Warsh e Santos Pereira: a supervisão do supervisor no dia da Liberdade
- Banco de Portugal faz sérios avisos nas prioridades microprudenciais para 2026
- Autoridades Europeias de Supervisão publicam relatório conjunto sobre o ano de 2025
- 17 supervisores mundiais lançam caça a “influenciadores financeiros” ilegais
Foto: Adobe Stock/diy13
Os principais Depositários Centrais Internacionais de Títulos (ICSDs) vão desmaterializar a emissão de Eurobonds a partir do primeiro trimestre de 2026, anunciou esta quinta-feira a Euroclear em comunicado. Em conjunto com a Clearstream, a instituição refere que estará preparada para dar suporte à emissão de Eurobonds em formato desmaterializado, eliminando a necessidade de certificados em papel e assinalando um marco na adoção da automação e de novas tecnologias em todo o ciclo de vida destes instrumentos.
Os Eurobonds representam o terceiro maior mercado de dívida do mundo, com um valor atual de 14 biliões de euros. Ao digitalizar o mercado, a Clearstream e a Euroclear prometem gerar benefícios substanciais para os participantes, com negociações mais rápidas e eficientes, menores custos operacionais, maior segurança contra perda, roubo ou falsificação, bem como total transparência, através de um registo eletrónico de propriedade acessível.
Estas iniciativas lançam as bases para um mercado de Eurobonds totalmente digital. Isabelle Delorme, diretora de Estratégia de Produtos e Inovação da Euroclear, afirmou: “Esta iniciativa conjunta representa um marco significativo para o mercado de Eurobonds e para o setor em geral. Ao adotar a transformação digital, estamos a criar benefícios reais para os nossos clientes e a moldar um mercado mais eficiente, seguro e sustentável, mantendo os Eurobonds na vanguarda da inovação.”
Mais recentes
- ‘Too big to fail’: Suíça apresenta regulação que obriga UBS a arranjar mais 17 mil milhões em capital
- CMVM responde à ESMA que cumpre todas as orientações do Regulamento MiCA sobre criptoativos
- Warsh e Santos Pereira: a supervisão do supervisor no dia da Liberdade
- Banco de Portugal faz sérios avisos nas prioridades microprudenciais para 2026
- Autoridades Europeias de Supervisão publicam relatório conjunto sobre o ano de 2025
- 17 supervisores mundiais lançam caça a “influenciadores financeiros” ilegais