2 min leitura
Portugal ainda deve 19,8 mil milhões do tempo da ‘troika’
IGCP realizou pagamento antecipado de 2,5 mil milhões de euros dos empréstimos contraídos junto do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira.
22 Dez 2025 - 14:07
2 min leitura
Pedro Cabeços, presidente do Conselho de Administração do IGCP, Márcia Duarte Rodrigues (vogal) e Rui Sampaio Amaral (vogal)/fonte: IGCP
Mais recentes
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
Pedro Cabeços, presidente do Conselho de Administração do IGCP, Márcia Duarte Rodrigues (vogal) e Rui Sampaio Amaral (vogal)/fonte: IGCP
A Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) anunciou esta segunda-feira que a República Portuguesa efetuou um reembolso antecipado de 2,5 mil milhões de euros relativo aos empréstimos do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira (MEEF), contraídos entre 2011 e 2014, durante o Programa de Assistência Económica e Financeira de Portugal.
“Em particular, Portugal procedeu à amortização antecipada do total de 1,8 mil milhões do empréstimo do MEEF com maturidade em 5 de dezembro de 2028, e à amortização antecipada parcial, de 700 milhões, do empréstimo do MEEF com maturidade em 22 de abril de 2031”, refere a entidade liderada por Pedro Cabeços.
Após este reembolso antecipado, o valor em dívida dos empréstimos de Portugal junto do MEEF diminui para 19,8 mil milhões de euros.
O reembolso antecipado destes empréstimos permite ao Estado português uma poupança em juros da dívida pública e contribui para a suavização do perfil de reembolsos nos próximos anos. Esta operação constitui também um importante passo na transição para um modelo assente no financiamento de mercado.
O IGCP refere ainda que, “dependendo das condições de mercado, Portugal poderá, nos próximos anos, continuar a efetuar reembolsos antecipados dos seus empréstimos oficiais”.
Mais recentes
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça