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Banco de Portugal vai avaliar funcionários em função de objetivos
Plano Estratégico 2026-2030 prevê componentes remuneratórias “mais alargadas e flexíveis”. Instituição quer ser, em 2030, “um banco central de referência no serviço prestado aos cidadãos”.
14 Mai 2026 - 20:00
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Foto: Banco de Portugal
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Foto: Banco de Portugal
A avaliação dos funcionários do Banco de Portugal vai passar a ter em conta o desempenho baseado em objetivos. Além disso, a instituição liderada por Álvaro Santos Pereira refere ainda que irá “analisar e implementar políticas remuneratórias, incluindo pacotes de benefícios mais alargados e flexíveis, que promovam a retenção de talento e a mobilidade interdepartamental”.
Estas diretrizes estão espelhadas no Plano Estratégico 2026-2030, onde se refere que o banco pretende “atrair, motivar e reter” os melhores talentos, o que implica “definir e implementar modelos de progressão funcional e de desenvolvimento de competências, bem como criar percursos profissionais claros, alinhados com a estratégia e as necessidades futuras da organização”.
“Analisar e implementar políticas remuneratórias, incluindo pacotes de benefícios mais alargados e flexíveis, que promovam a retenção de talento e a mobilidade interdepartamental; melhorar o processo de avaliação anual de desempenho, baseado em objetivos; bem como assegurar a implementação de um processo recorrente de auscultação dos trabalhadores”, acrescenta o documento.
O Banco de Portugal quer ser “mais eficiente e mais resiliente”, adequando as formas de trabalho e tirando partido das potencialidades oferecidas pela tecnologia. “Pretende-se, em particular, racionalizar a utilização dos recursos e aumentar a flexibilidade e a resiliência operacional do Banco, através da simplificação e integração dos processos, de um maior foco nas partes interessadas e nos resultados, e da avaliação sistemática do custo-benefício das atividades.”
Os principais pontos de melhoria detetados pelo supervisor “respeitam às dimensões de gestão de pessoas, dinâmica organizacional e processos, nomeadamente: políticas e gestão de talento, critérios de avaliação de desempenho, incentivo à mobilidade e percursos profissionais; modelos de organização do trabalho, com processos mais eficientes e uma organização mais ágil e flexível”. A capacidade de adaptação à mudança e a preparação para o tratamento eficiente de grandes volumes de dados, bem como para outros desafios associados à inteligência artificial, estão também identificadas como áreas que merecem atenção.
No Plano Estratégico 2026-2030, e tendo presentes a missão e os valores do Banco de Portugal, foram identificadas cinco orientações estratégicas para o período 2026–2030: construir um Banco de Portugal Capacitador, Simplificador, Inovador, Líder e Transformador.
A instituição liderada por Álvaro Santos Pereira pretende ainda ser, em 2030, “um banco central de referência no serviço prestado aos cidadãos, reconhecido publicamente pelo seu papel na defesa do bem-estar da população e pelo seu contributo para a tomada de decisões mais informadas em matéria de consumo, investimento, poupança, financiamento e políticas públicas”.
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